O “stock” de casas disponível para venda em Portugal subiu 10% no quarto trimestre de 2023, face a idêntico período de 2022, anunciou hoje o idealista.
De acordo com um estudo do marketplace imobiliário idealista, a oferta de habitação à venda em Portugal aumentou em 12 capitais de distrito em 2023, com Leiria a liderar as subidas, com 42,6%, seguida de Évora (+37,3%), Viana do Castelo (+34,7%), Portalegre (+25,3%) e de Viseu (+23,3%).
Em sentido contrário, Santarém foi a cidade onde a oferta mais diminuiu (-13,9%), seguida de Ponta Delgada (-12,5%), Porto (-12,2%), Lisboa (-4,7%), Aveiro (-3,2%), Bragança (-2,1%) e o Funchal (-0,8%), sendo estas as únicas cidades analisadas onde o “stock” desceu.
A Serra d’Arga, no Alto Minho, passa a beneficiar, a partir de hoje, de um regime jurídico de proteção ambiental como Zona de Especial Conservação (ZEC), após a conclusão do processo de classificação iniciado em 2017. A medida está publicada no Diário da República através do decreto-lei 36/2026.
Deputados do Partido Socialista alertam para o risco iminente de queda de árvores na freguesia de Lanhelas, concelho de Caminha, e exigem uma intervenção imediata da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Viana do Castelo vai marcar presença na 20ª edição da NAVARTUR – Feira Internacional de Turismo de Navarra, que decorre de 20 a 22 de fevereiro, em Espanha. A participação da cidade reforça a aposta estratégica no mercado ibérico, considerado de elevado potencial económico e com forte interesse por experiências culturais e gastronómicas.
Igrejas e santuários em várias regiões de Portugal estão a sofrer danos significativos após a depressão Kristin, e o Atelier Samthiago, de Viana do Castelo, juntou-se às iniciativas de apoio à recuperação do património religioso.
Vinte e três pessoas retiradas preventivamente das suas casas na terça-feira, em Ponte da Barca, devido a deslizamentos de terras, continuam sem previsão de regresso às habitações.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira cortou o trânsito na Avenida dos Pescadores, entre a entrada para a piscina municipal e o cais do rio Minho, devido ao risco de cheia do rio Minho.
O centro de Portugal continua a sofrer com as consequências das tempestades que atingem o país há 15 dias, deixando 15 mortos, dezenas de feridos e milhares de pessoas deslocadas.