Ex-parlamentares do PSD e do PAN, assessores de comunicação, um `youtuber´ e um maestro luso-brasileiro apoiante de Bolsonaro estão entre os 36 estreantes na bancada do Chega, que conseguiu 50 mandatos nas legislativas.
Entre os novos rostos, são vários os que já se sentaram no hemiciclo da Assembleia da República, mas vestindo outra camisola partidária.
Rui Cristina, que se desfiliou do PSD no final de janeiro e termina a atual legislatura como não inscrito, concorreu anteriormente pelo PSD na lista por Faro e chegou a ser indicado nestas legislativas como candidato pela AD, mas escolheu encabeçar a lista do Chega por Évora.
Eduardo Teixeira, eleito por Viana do Castelo, foi militante do PSD durante décadas, autarca e deputado social-democrata.
Outro ex-social-democrata que vai ser agora deputado do Chega é Henrique de Freitas, que se desfiliou do PSD no ano passado, onde militava desde 1979. Além de deputado e vice-presidente da bancada, integrou os governos de Durão Barroso e Santana Lopes.
Também a antiga deputada social-democrata Manuela Tender vai sentar-se agora na bancada do Chega. Em 2018, quando era também vereadora na Câmara de Chaves, esteve envolta numa polémica por ter presença registada no mesmo dia no parlamento e na reunião daquela autarquia.
Existem também ex-militantes do PSD que se estreiam como deputados, entre os quais António Pinto Pereira, advogado e antigo comentador do programa de entretenimento da TVI “Você na TV”.
Cristina Rodrigues foi eleita em 2019 pelo PAN. Mais tarde, saiu do partido incompatibilizada com a direção e passou a deputada não inscrita, tendo sido acusada de apagar milhares de emails do partido. Em 2022, já numa nova legislatura, tornou-se coordenadora jurídica do Grupo Parlamentar do Chega, partido no qual se filiou com cargo dirigente.
O Chega elegeu ainda Nuno Simões de Melo pela Guarda, que foi conselheiro nacional da IL.
João Tilly, primeiro eleito ao Conselho Nacional do Chega, partilha vários vídeos na plataforma Youtube, na qual tem quase 65 mil seguidores, e onde assume posições polémicas.
Faz várias vezes discursos contra a comunicação social e refere-se aos jornalistas como “jornalekos”. Na última convenção, deu novas designações às siglas dos principais canais televisivos.
Também Marcus Santos, apoiante do ex-Presidente do Brasil Jair Bolsonaro, tem sido crítico dos jornalistas. Após saber que tinha sido eleito escreveu na rede social X que “a extrema-esquerda racista, fascista e a comunicação social mentirosa vão ter que levar com o negão do Chega”.
Nascido no Rio de Janeiro, vive em Portugal há mais de uma década e obteve a nacionalidade portuguesa. O luso-brasileiro é praticante de MMA (artes marciais mistas) e defende um controlo da entrada de estrangeiros em Portugal.
Entre os novos deputados do Chega estão também os dois assessores de comunicação, Patrícia Carvalho e Bernardo Pessanha.
Patrícia Carvalho, ex-jornalista, foi número dois pelo círculo de Setúbal. A adjunta da Direção Nacional do Chega é assessora de André Ventura desde 2019.
Bernardo Pessanha, presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do Chega, já tinha passado antes pelo parlamento quando foi assessor do PSD.
Ricardo Dias Pinto, adjunto da direção, que surge no site do partido com o nome Regalla, é outro dos eleitos. De acordo uma informação verificada pelo Polígrafo, o seu nome consta na lista pública de execuções como tendo uma dívida de quase 15 mil euros, processo extinto em 2019 por “inexistência de bens”.
Também Rodrigo Taxa e Carlos Barbosa já trabalhavam na Assembleia da República, como assessores a nível jurídico e político.
Outra antiga militante do PSD que será agora deputada pelo Chega é Diva Ribeiro, professora e dirigente.
Pedro Correia, um dos eleitos por Santarém, é maestro, professor de música e evangélico, assim como Daniel Teixeira, eleito por Setúbal, segundo a revista Sábado.
No domingo, o Chega conseguiu também reeleger os 12 deputados que o partido tinha conseguido em 2022.
O Chega quadruplicou a sua representação parlamentar, elegendo 50 deputados.
O Sporting Clube de Portugal sofreu uma derrota caseira por 1-0 frente ao Arsenal FC, na primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, disputada no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
A cantora canadiana Céline Dion prepara-se para regressar aos palcos com uma série de dez concertos no outono, em Paris, e a procura já atingiu níveis sem precedentes. Segundo dados divulgados pela imprensa francesa, as pré-inscrições para acesso à compra de bilhetes ultrapassaram os nove milhões.
Um residente da Rua da Estação, na freguesia de Carreço, no concelho de Viana do Castelo, veio a público denunciar a alegada degradação e falta de intervenção num antigo abrigo de passageiros da infraestrutura ferroviária local, atualmente desativado.
A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo recebe no próximo dia 11 de abril, pelas 15h00, uma tertúlia dedicada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa, sob o tema “Em defesa da Democracia: o que falta cumprir”.
Viana do Castelo voltou a afirmar-se como palco privilegiado para o desporto de natureza e o turismo ativo com a realização de mais uma edição da Rota das Capelas, que reuniu cerca de 40 participantes num percurso exigente e repleto de beleza natural.
Valença vai ser, nos dias 11 e 12 de abril, palco do I Encontro de Filarmónicas Juvenis, iniciativa promovida pela Academia de Música da Fortaleza de Valença.
Alvarães acolheu no sábado a primeira prova de canicross realizada no concelho de Viana do Castelo, num evento que juntou desporto, natureza e a forte ligação entre atletas e os seus cães.