A recolha seletiva de biorresíduos no concelho de Viana do Castelo permitiu, em 2023, desviar de tratamento em aterro sanitário 3.423 toneladas de restos alimentares.
De acordo com os dados divulgados pela câmara, o projeto de compostagem doméstica “Viana Abraça” dos Serviços Municipalizados de Viana do Castelo (SMVC), registou, na zona urbana, a recolha seletiva de 1.685 toneladas de biorresíduos, o equivalente a cerca de 120 quilogramas por alojamento aderente, com a valorização/compostagem pela Resulima.
No “eixo rural do projeto, o estudo da eficiência de captação de matéria orgânica, introduzida com a instalação de mais de 8.085 compostores domésticos, registou uma taxa de participação de 83% dos aderentes e permitiu o desvio de aterro de 1.738 toneladas, do total da produção de biorresíduos abrangidos por habitantes que utilizam o compostor”.
“No futuro, pretende-se alargar o projeto a outras áreas do município que não estão contempladas, nomeadamente o centro histórico da cidade”, refere a nota hoje enviada pela autarquia, a propósito da atribuição àquele projeto do selo Programa de Cooperação Territorial Europeia URBACT Boas Práticas.
Segundo os SMVC, o projeto Viana Abraça ainda não foi implementado no centro histórico “devido à existência de vários constrangimentos operacionais para a recolha seletiva de biorresíduos alimentares”.
“Neste caso, está previsto a curto prazo um sistema de recolha porta a porta, recorrendo a viaturas de dimensões mais reduzidas para a recolha dos biorresíduos”, salienta, sem especificar prazos.
O “projeto de separação e compostagem doméstica de resíduos orgânicos, iniciado em 2018, é composto por um primeiro eixo, vocacionado para a massificação da compostagem doméstica no perímetro rural/periurbano do município e, o segundo, vocacionado para a recolha seletiva de biorresíduos alimentares no perímetro urbano”.
O Programa de Cooperação Territorial Europeia URBACT tem o objetivo de promover o desenvolvimento urbano e sustentável nas cidades da Europa.
“Esta distinção espelha o compromisso dos SMVC na implementação de estratégias e práticas sustentáveis que promovem a melhoria da gestão de resíduos e a qualidade de vida dos cidadãos e surge como uma oportunidade de reconhecimento da qualidade dos serviços públicos da Câmara Municipal de Viana do Castelo, permitindo estabelecer redes de parcerias com outras cidades europeias”, refere a nota.
A adesão da população à recolha seletiva de resíduos orgânicos resulta “no desvio de resíduos orgânicos do aterro e, consequentemente, no aumento da atribuição de benefícios sociais às instituições do concelho”.
Por “cada euro poupado com a compostagem doméstica e a recolha seletiva de orgânicos na zona urbana, a Câmara Municipal de doa outro euro para solidariedade. O total do valor arrecadado resulta na aquisição de bens que ajudam a melhorar o funcionamento de instituições de solidariedade social de Viana do Castelo”.
Viana do Castelo vai receber, no próximo 19 de fevereiro, uma sessão do ciclo nacional “Tratar o Cancro por Tu”, iniciativa do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto que pretende aproximar cientistas e cidadãos e esclarecer mitos sobre o cancro, uma doença que hoje é cada vez mais controlável. Segundo o investigador Manuel Sobrinho Simões, dois terços das pessoas diagnosticadas com cancro já não morrem da doença.
Está patente ao público, na Sala Dr. Francisco Sampaio (Piso 0) do Museu do Traje, a emblemática pintura “Tipo Minhoto – Les Yeux Rieurs”, de Henrique Medina, uma obra a óleo sobre tela datada de 1959.
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O Município de Ponte de Lima está a implementar a operação “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, no âmbito do Aviso NORTE2030-2024-6 (código de operação n.º NORTE2030-FSE+-02925100), com o objetivo de promover a inclusão social dos grupos mais vulneráveis do concelho.
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