A atividade piscatória no litoral norte e no Troço Internacional do Rio Minho está parada há várias semanas devido aos temporais que têm afetado a região desde o início de janeiro, deixando dezenas de pescadores e mariscadores sem rendimento.
O alerta foi lançado pela Câmara Municipal de Caminha, pela Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, pela União de Freguesias de Caminha e Vilarelho e por associações do setor da pesca, que classificam a situação social e económica como “extremamente grave”.
Segundo as entidades, o encerramento sucessivo das barras por razões de segurança, aliado às condições adversas no Rio Minho, tem impedido a pesca marítima, fluvial e apeada. Em alguns casos, a paragem já ultrapassa os 30 dias consecutivos e poderá prolongar-se caso se mantenham as condições meteorológicas desfavoráveis.
No concelho de Caminha, a situação é agravada pelas fragilidades estruturais das barras de Vila Praia de Âncora e de Caminha, podendo atrasar o regresso à atividade face a outras zonas do país.
As entidades alertam ainda para a insuficiência dos apoios existentes. O subsídio por fecho de barra, limitado a 60 dias anuais, está próximo de ser esgotado, enquanto alguns profissionais enfrentam dificuldades no acesso ao apoio devido a problemas contributivos resultantes da falta de rendimento.
Perante este cenário, as instituições defendem o reconhecimento formal da situação como calamidade climática no setor da pesca e a criação de apoios extraordinários imediatos. Entre as propostas estão o alargamento excecional do limite anual de compensação e a criação de mecanismos de pagamento antecipado para garantir liquidez aos profissionais.
A médio e longo prazo, é também defendida a criação de um mecanismo público de resseguro para a pesca profissional, para responder aos riscos climáticos crescentes.
As entidades alertam que, sem medidas urgentes, a situação social das comunidades piscatórias poderá agravar-se nos próximos meses.
A banda alentejana Bandidos do Cante venceu no sábado o Festival da Canção 2026 com a música “Rosa”, garantindo o direito de representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em maio, em Viena, Áustria.
O Orçamento Participativo Jovem (OPJ) já está a mobilizar estudantes no concelho de Ponte da Barca. Alunos da Escola Profissional EPRALIMA e do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca participaram em sessões especiais para conhecer de perto esta iniciativa que dá voz aos jovens na definição de projetos locais.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) está a apoiar a ADRIL, a ADRIMINHO e a INCUBO no desenvolvimento de ações de suporte à criação de emprego e ao empreendedorismo, na sequência de uma candidatura aprovada no âmbito do Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial (CDCT) do Alto Minho.
A Câmara de Arcos de Valdevez anunciou a adjudicação da empreitada de reorganização funcional do centro de saúde local, num investimento de cerca de 2,3 milhões de euros, destinado à criação de uma unidade de retaguarda mais moderna e funcional.
Vila Nova de Cerveira vai ser palco de um workshop sobre Inteligência Artificial (IA) aplicada às empresas e cooperação transfronteiriça entre Portugal e Espanha. O evento, promovido pelo CIC – Centro de Inovação de Cerveira em parceria com a Globalingua, realiza-se no dia 17 de março, das 09h30 às 13h00, no Palco das Artes.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo lança esta segunda-feira, 9 de março, o projeto-piloto “Rota da Inclusão”, destinado a assegurar transporte adaptado para pessoas com deficiência entre a residência e o local de trabalho.
Todas as crianças dos Jardins de Infância do concelho vão passar a ter acesso a atividades físicas semanais, numa iniciativa inédita do Município de Valença. O novo Programa Municipal de Atividade Física envolve 340 crianças distribuídas por 16 turmas, nos sete estabelecimentos de educação pré-escolar.