A atividade piscatória no litoral norte e no Troço Internacional do Rio Minho está parada há várias semanas devido aos temporais que têm afetado a região desde o início de janeiro, deixando dezenas de pescadores e mariscadores sem rendimento.
O alerta foi lançado pela Câmara Municipal de Caminha, pela Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, pela União de Freguesias de Caminha e Vilarelho e por associações do setor da pesca, que classificam a situação social e económica como “extremamente grave”.
Segundo as entidades, o encerramento sucessivo das barras por razões de segurança, aliado às condições adversas no Rio Minho, tem impedido a pesca marítima, fluvial e apeada. Em alguns casos, a paragem já ultrapassa os 30 dias consecutivos e poderá prolongar-se caso se mantenham as condições meteorológicas desfavoráveis.
No concelho de Caminha, a situação é agravada pelas fragilidades estruturais das barras de Vila Praia de Âncora e de Caminha, podendo atrasar o regresso à atividade face a outras zonas do país.
As entidades alertam ainda para a insuficiência dos apoios existentes. O subsídio por fecho de barra, limitado a 60 dias anuais, está próximo de ser esgotado, enquanto alguns profissionais enfrentam dificuldades no acesso ao apoio devido a problemas contributivos resultantes da falta de rendimento.
Perante este cenário, as instituições defendem o reconhecimento formal da situação como calamidade climática no setor da pesca e a criação de apoios extraordinários imediatos. Entre as propostas estão o alargamento excecional do limite anual de compensação e a criação de mecanismos de pagamento antecipado para garantir liquidez aos profissionais.
A médio e longo prazo, é também defendida a criação de um mecanismo público de resseguro para a pesca profissional, para responder aos riscos climáticos crescentes.
As entidades alertam que, sem medidas urgentes, a situação social das comunidades piscatórias poderá agravar-se nos próximos meses.
As inscrições para a Feira de Artesanato da Romaria d’Agonia estão abertas até 4 de maio, convidando artesãos do distrito de Viana do Castelo a participar num dos espaços de maior afluência da maior romaria minhota. O evento decorre entre 7 e 23 de agosto, no Jardim Público de Viana do Castelo, assinalando o arranque oficial do programa da Romaria d’Agonia.
O abastecimento de água poderá registar perturbações, incluindo eventuais interrupções, esta sexta-feira, 17 de abril de 2026, entre as 14h00 e as 16h00, em áreas das freguesias de Cardielos e Serreleis, no concelho de Viana do Castelo.
Um total de 21 músicos e bailarinos, pertencentes a 13 grupos da Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho (AGFAM), deslocou-se recentemente ao Canadá, a convite da Câmara Municipal de Viana do Castelo, para participar no segundo Encontro Vianense, em Toronto, numa iniciativa marcada pela forte ligação às comunidades emigrantes e pela valorização das tradições populares do Minho.
O Município de Viana do Castelo vai assinalar um dia de luto municipal esta sexta-feira, 17 de abril, na sequência do falecimento inesperado do capitão-de-fragata Rui Serrano da Paz, atual Capitão do Porto e comandante local da Polícia Marítima.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou a adjudicação da empreitada de requalificação e modernização da Avenida Central da Urbanização da Amorosa, em Chafé, num investimento de 2,143 milhões de euros, com um prazo de execução de 540 dias.
O Bloco de Esquerda (BE), através do deputado Fabian Figueiredo, apresentou uma pergunta ao Governo sobre a situação dos tribunais no distrito de Viana do Castelo, denunciando um cenário de “degradação generalizada e profundamente preocupante” nas condições de funcionamento da justiça na região.
A Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Viana do Castelo, da ULS Alto Minho (ULSAM), em articulação com o Gabinete de Promoção da Saúde do Município, promoveu mais uma edição da iniciativa “Walk with a Doc”, que voltou a juntar profissionais de saúde e população em torno da promoção de estilos de vida saudáveis.