Quatro pessoas foram detidas em Pontevedra, Espanha, no âmbito da investigação que, em novembro, levou à detenção de cinco suspeitos de assalto a uma ourivesaria de Valença.

Em comunicado, a PJ esclarece que, na quarta-feira, foram cumpridos em Espanha quatro mandados de detenção, por indícios da prática de roubo agravado, com utilização de arma de fogo, e associação criminosa”.
As sete buscas domiciliárias e cinco não domiciliárias resultaram na apreensão “de diversa documentação, vários objetos e, ainda, cerca de 118 mil euros em dinheiro”, indica a PJ.
Os detidos são três homens e uma mulher, com idades compreendidas entre os 42 e os 58 anos.
De acordo com a PJ, os detidos vão aguardar “a ordem de extradição do Reino de Espanha para Portugal, para sujeição a primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação”.
A PJ explica que, “na continuidade da investigação ao assalto a uma ourivesaria em Valença do Minho, ocorrido a 14 de novembro, e na qual foram anteriormente detidos cinco homens, desenvolveu um trabalho de cooperação judiciária internacional tendo em vista a desarticulação do restante grupo criminoso, sediado na zona de Pontevedra, em Espanha”.
“No seguimento das diligências realizadas pelo Departamento de Investigação Criminal de Braga da PJ, cujo inquérito é titulado pelo DIAP [Departamento de Investigação e Ação Penal] de Viana do Castelo, foi emitida uma decisão europeia de investigação (DEI) e quatro mandados de detenção europeus, visando suspeitos daquela nacionalidade, ali residentes”.
A Guardia Civil de Pontevedra, “com a presença autorizada, como observadores, de elementos da PJ e da GNR de Braga, deu cumprimento à DEI e realizou as buscas.
A GNR revelou em 14 de novembro que foram detidos os suspeitos do roubo a uma ourivesaria de Valença, durante o qual duas pessoas ficaram feridas.
“No âmbito de uma investigação que está em segredo de justiça, foi possível aos militares da estrutura de Investigação Criminal da GNR de Braga surpreender os suspeitos em flagrante delito, no interior da ourivesaria, tendo a GNR procedido à sua detenção”, descreveu a GNR, num esclarecimento enviado à Lusa.
A 15 de novembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que os assaltantes eram cinco e um deles conseguiu fugir, tendo sido detidos os outros quatro.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).