A Doença Renal Crónica (DRC) é uma doença que se caracteriza pela perda da função renal de forma irreversível ao longo de meses ou anos. Os rins vão gradualmente deixando de fazer as suas várias funções até ao ponto em que a vida não é possível sem alguma forma de substituição da função renal. A diabetes e a hipertensão são as causas mais frequentes desta doença. Há também doenças inflamatórias/imunológicas e doenças hereditárias que podem provocar DRC.

Trata-se de uma doença que evolui ao longo dos anos de forma silenciosa, sem sintomas, podendo apresentar apenas hipertensão arterial, valores alterados das análises do sangue (em especial a creatinina) e da urina (em especial a albumina). Dependendo da fase em que o doente se encontra, bem como da velocidade em que a doença se instala, podem aparecer também anemia, alterações do cálcio, do fósforo, do potássio, do bicarbonato, da ecografia dos rins, bem como outras complicações que variam entre a fadiga e a dispneia (falta de ar) e a paragem cardíaca.
Em fases mais precoces da doença é possível retardar a sua evolução, quer com controlo dos fatores de risco (tensão alta, diabetes, tabagismo, anti-inflamatórios, desidratação, excesso de peso, infeções, controlo das doenças que agravam a DRC). Há também medicamentos que ajudam a atrasar a progressão da doença renal, bem como a atenuar as complicações.
À medida que se passa para fases mais avançadas da doença, os sintomas tornam-se mais evidentes e chega-se a um ponto em que são necessárias as Terapêuticas de Substituição da Função Renal (TSFR): o transplante renal, a hemodiálise e a diálise peritoneal.
Cabe ao Médico de Família seguir os doentes nas fases mais precoces. A partir de um determinado nível, apenas os médicos Nefrologistas do SNS (e especificamente estes) têm os instrumentos para continuar o tratamento, nomeadamente a colocação em TSFR.
Mas, fundamentalmente, o papel mais importante é de cada um, no controlo dos fatores de risco, para que a doença avance o mais lentamente possível. A Vitória Contra a Doença Renal começa na Prevenção. Para mais informações consulte www.anadial.pt
Serafim Guimarães, nefrologista e membro da direção da ANADIAL
A terceira edição do Acampamento Juvenil Diocesano (JUBIGO) vai decorrer entre 28 de julho e 1 de agosto, nos arciprestados de Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira. A iniciativa deverá reunir centenas de jovens provenientes de diferentes pontos da Diocese de Viana do Castelo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo iniciou a demolição do antigo acampamento de Vila Nova de Anha, depois de ter realojado as famílias que ali residiam em habitações municipais.
Dois músicos ligados a algumas das mais prestigiadas orquestras europeias atuam este domingo, 26 de julho, no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira, no encerramento da segunda edição do Festival Terras de Cervaria.
A árbitra Filipa Pereira Cunha, natural de Valença, foi nomeada pela UEFA para dirigir um encontro da primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões feminina.
A K-Bridge, uma plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida por três estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, venceu a fase regional da 22.ª edição do Poliempreende. O projeto vai representar a instituição na final nacional do concurso, marcada para setembro, na Universidade do Algarve.
A redução do número de incêndios e a melhoria da resposta operacional não evitaram que cerca de 271 mil hectares ardessem em Portugal em 2025. A Quercus alerta que a vulnerabilidade da paisagem continua por resolver e defende uma aposta mais forte na prevenção.
A União das Freguesias de Viana do Castelo e Meadela alertou moradores e comerciantes para a deposição irregular de resíduos no centro histórico da cidade, onde vigora um sistema de recolha porta a porta.