Celebrar 128 anos de existência de um clube é celebrar muito mais do que datas ou números. É revisitar um percurso coletivo feito de dedicação, identidade e memória. Para muitos de nós, o Sport Clube Vianense representa também uma parte importante da nossa própria história de vida.
Cheguei ao clube ainda menino e foi com este emblema ao peito que cresci, dentro e fora do campo. Ao longo de cerca de 330 jogos tive o privilégio de representar o Vianense com orgulho, entrega e um profundo sentido de responsabilidade. Cada jogo foi mais do que uma competição: foi uma oportunidade de honrar uma camisola carregada de significado e tradição.
Mas o futebol nunca se resume apenas aos noventa minutos. A verdadeira essência de um clube vive-se também nos bastidores: nos balneários partilhados, nas vitórias celebradas em conjunto, nas derrotas que reforçam a união do grupo, nas viagens, nos treinos e nas amizades que perduram muito para além do final das carreiras desportivas. Colegas que se tornaram amigos, companheiros de percurso que ajudaram a moldar quem somos.
O Sport Clube Vianense é, acima de tudo, uma comunidade. Um espaço onde se aprendem valores que permanecem para toda a vida: respeito, companheirismo, dedicação e um profundo amor à camisola. Quem passou por este clube reconhece facilmente essa marca que fica para sempre.
Importa também recordar todos aqueles que, longe das luzes da ribalta, trabalham diariamente para que o clube continue a crescer e a afirmar-se. Dirigentes, funcionários, treinadores, voluntários e tantos outros que raramente aparecem nas fotografias ou nas notícias, mas que são peças fundamentais desta história. Sem eles, nada seria possível. São, igualmente, verdadeiros campeões.
Hoje, ao olhar para trás, o sentimento é de orgulho e de profunda gratidão por tudo o que vivi com este símbolo ao peito. Com o passar dos anos, é natural que a memória se torne mais nostálgica, mas também mais consciente da importância destas experiências na construção do nosso percurso.
Que o futuro continue a honrar este legado.
Que venham mais 128 anos de história.
Porque 128 anos não são, de facto, apenas 128 dias.
Por Paulo Gomes
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