Orlando Antunes é o novo presidente do PSD de Viana do Castelo. A equipa liderada pelo recém-empossado presidente foi eleita nas eleições internas de dia 26 de novembro e assume agora funções com o objetivo de reavivar a força política do partido no concelho de Viana do Castelo e com vontade de voltar a aproximar quem se tinha afastado por não concordar com as escolhas que estavam a ser tomadas pelas anteriores direções do partido, a nível concelhio.
No seu discurso de tomada de posse no passado dia 14 de janeiro, sábado, Orlando Antunes, assumiu o compromisso de unir o partido e mobilizar os militantes; dar voz a todos os militantes e simpatizantes do PSD e apoia-los nas sua ações e causas; a realização de plenários descentralizados aproximando o partido dos eleitores; promover ações nas freguesias em conjunto com os militantes, autarcas e população local; reabilitar e fortalecer a JSD; reforçar a credibilidade do partido junto dos vianenses para garantir uma gestão autárquica mais competente e ao serviço do cidadão; retomar o estatuto de maior partido do poder local no concelho de Viana do Castelo. Compromissos assumidos por toda a equipa que mesmo sendo jovem tem um reconhecido percurso na política social democrata no concelho e no distrito. Com esta equipa renovada e novas ideias, o PSD quer tornar-se o partido de referência que outrora já foi no concelho e voltar a ganhar as eleições autárquicas. “É este o rumo que pretendemos dar ao PSD de Viana do Castelo e vamos seguir no sentido de chegar às próximas eleições autárquicas com uma implantação fortemente reforçada, com a nossa credibilidade junto do eleitorado definitivamente conquistada”, garante Orlando Antunes.

Reconhecendo que há ainda um longo percurso a fazer pelo PSD, o presidente defende que este novo PSD tem “uma equipa com capacidade e competência para chegar mais longe”. “Sabemos que muitos militantes se afastaram e estão agora com vontade de voltar ao ativo, há outros que se querem filiar a ajudar a reconstruir a imagem do partido, e esta realidade é muito positiva e só nos pode encher de energia para o trabalho que temos pela frente”, afirma o presidente da Comissão Política Concelhia.
As Comédias do Minho estreiam no próximo dia 5 de março, em Melgaço, “Anda, Vem”, uma adaptação contemporânea de La Ronde, a polêmica peça do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler. A digressão do espetáculo percorre cinco municípios do Vale do Minho – Melgaço, Valença, Paredes de Coura, Monção e Vila Nova de Cerveira – até 19 de abril, com entrada gratuita.
Durante décadas, a obesidade foi erroneamente reduzida a uma questão de "falta de força de vontade" ou a um simples desequilíbrio entre calorias ingeridas e gastas. No entanto ao chegarmos a 2026, a ciência médica impõe uma nova narrativa: a obesidade é uma doença crónica, complexa e reincidente, ditada muito mais pela biologia e pelo ambiente do que por escolhas individuais isoladas.
Os D.A.M.A. regressam hoje, terça-feira, 3 de março, ao Alto Minho para protagonizar o concerto de encerramento das comemorações dos 900 anos do Foral de Ponte de Lima.
Entre os dias 20 e 22 de março, a freguesia de São Pedro da Torre volta a transformar-se na capital da lampreia. O Festival Gastronómico Sabores da Lampreia do Rio Minho celebra a tradição culinária do Minho e atrai visitantes de todo o país e da vizinha Galiza.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, em reunião do executivo, a isenção das taxas aplicadas aos comerciantes do Mercado Municipal e da feira semanal durante os meses de janeiro e fevereiro de 2026.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira lançou a oficina artística “Judas em Cena”, destinada a jovens entre os 12 e os 18 anos, durante a pausa letiva da Páscoa. A iniciativa convida os participantes a conceber e construir a figura do Judas, que será protagonista na tradicional Queima de Judas, no sábado de Aleluia, dia 4 de abril.
O concelho de Ponte da Barca foi o palco escolhido pelo Governo para a apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026, numa decisão com forte carga simbólica após os incêndios que fustigaram o território no ano passado.