É o romance mais conhecido de Eça de Queirós e ganha pela primeira vez em televisão uma versão em formato de série. O Crime do Padre Amaro, de Leonel Vieira, é a nova aposta da RTP1 para as noites de segunda-feira a partir de 16 de janeiro.
José Condessa e Bárbara Branco são os protagonistas desta história de amor proibido, a que se juntam também José Raposo e Filomena Gonçalves nos papéis principais.
O Crime do Padre Amaro tem como cenário a Leiria do final da década de 1860 e acompanha a paixão entre Amaro, um jovem padre, e Amélia num enredo tenso e emocional, reflexo dos conflitos de personalidade de cada personagem.
O Crime do Padre Amaro estreia dia 16 de janeiro, às 22h30, na RTP1, com antestreia na RTP Play, às 12h00.

A empresa de aquacultura Stolt Sea Farm vai investir cerca de 10 milhões de euros em Viana do Castelo, num projeto que inclui a construção de uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), orçada em 1,4 milhões de euros e totalmente financiada pela própria empresa.
O Grupo Recreativo e Cultural dos Amigos de Seixas, no concelho de Caminha, recebe este sábado, 18 de abril, um concerto que junta em palco as bandas Perro Futuro e Micomaníacos, numa noite dedicada ao rock alternativo.
Paredes de Coura vai receber, nos dias 17 e 18 de abril, o V Encontro com Ciência – “A terra no universo e nós na terra”, uma iniciativa dedicada à divulgação científica e ao debate sobre o papel da ciência na sociedade contemporânea.
A freguesia de Gandra, no concelho de Valença, acolhe entre os dias 17 e 19 de abril a 4.ª edição da Feira dos Sabores do Minho, um evento que volta a destacar a gastronomia tradicional, os vinhos regionais e a promoção dos produtos locais.
A PSP de Viana do Castelo deteve, no dia 8 de abril, um homem de 22 anos, residente em Monção, por condução sob influência de álcool.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou por unanimidade a criação de um grupo de trabalho com o objetivo de avançar com a futura Polícia Municipal no concelho.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou um regulamento que limita a criação de novos alojamentos locais (AL) nas zonas de maior pressão urbanística, numa medida que visa responder à escassez de habitação e reequilibrar o uso do território.