No âmbito do Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia, Transfobia e Intersexofobia, assinalado a 17 de maio, o Bloco de Esquerda lançou um apelo às Câmaras Municipais do distrito de Viana do Castelo para que hasteiem a bandeira arco-íris nos Paços do Concelho e afirmem publicamente os seus municípios como zonas livres de LGBTQIA+fobia.

Em comunicado enviado à imprensa, o partido recorda que, “apesar dos avanços conquistados nas últimas décadas, continuam a existir realidades profundamente marcadas pela discriminação, violência e negação de direitos fundamentais”. O Bloco destaca que, atualmente, “em cerca de 70 países é ilegal ser-se LGBTQIA+” e que, em seis desses países, “a pena de morte continua prevista para quem apenas procura viver de acordo com aquilo que é e sente”.
O partido sublinha ainda a persistência da violência contra pessoas trans e critica governos e instituições que continuam a recusar “a implementação de políticas públicas eficazes no combate à discriminação e ao ódio”. No contexto europeu, são apontados exemplos como a Polónia e a Hungria, acusados de promoverem “ataques sistemáticos aos direitos da comunidade LGBTQIA+”.
O Bloco de Esquerda relembra também o seu percurso na defesa dos direitos LGBTQIA+ em Portugal, destacando medidas como a legalização das uniões de facto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a adoção por casais homossexuais e o fim da discriminação na dádiva de sangue.
No comunicado, o partido considera que “as conquistas não se fazem apenas através da legislação”, defendendo a importância da educação, da convivência e do compromisso diário “com uma sociedade mais justa, respeitadora e inclusiva”.
A iniciativa surge num contexto em que, em abril de 2026, a Assembleia da República aprovou uma lei que proíbe o hastear de bandeiras de “natureza ideológica, partidária ou associativa” em edifícios públicos, com os votos favoráveis do PSD, Chega e CDS-PP. Para o Bloco de Esquerda, “os direitos humanos são inegociáveis”.
“Contra o ódio, plantemos a dignidade. Contra a discriminação, afirmemos o orgulho”, conclui o comunicado.
A terceira edição do Acampamento Juvenil Diocesano (JUBIGO) vai decorrer entre 28 de julho e 1 de agosto, nos arciprestados de Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira. A iniciativa deverá reunir centenas de jovens provenientes de diferentes pontos da Diocese de Viana do Castelo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo iniciou a demolição do antigo acampamento de Vila Nova de Anha, depois de ter realojado as famílias que ali residiam em habitações municipais.
Dois músicos ligados a algumas das mais prestigiadas orquestras europeias atuam este domingo, 26 de julho, no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira, no encerramento da segunda edição do Festival Terras de Cervaria.
A árbitra Filipa Pereira Cunha, natural de Valença, foi nomeada pela UEFA para dirigir um encontro da primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões feminina.
A K-Bridge, uma plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida por três estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, venceu a fase regional da 22.ª edição do Poliempreende. O projeto vai representar a instituição na final nacional do concurso, marcada para setembro, na Universidade do Algarve.
A redução do número de incêndios e a melhoria da resposta operacional não evitaram que cerca de 271 mil hectares ardessem em Portugal em 2025. A Quercus alerta que a vulnerabilidade da paisagem continua por resolver e defende uma aposta mais forte na prevenção.
A União das Freguesias de Viana do Castelo e Meadela alertou moradores e comerciantes para a deposição irregular de resíduos no centro histórico da cidade, onde vigora um sistema de recolha porta a porta.