A maioria dos portugueses que construiu casa nos últimos dois anos conseguiu cumprir prazos e orçamentos, segundo o estudo “Construir Casa: Motivações e experiências de quem construiu casa”, realizado pela UCI com a SPIRITUC.
86,6% dos inquiridos obtiveram a licença de construção no tempo previsto, em média 105 dias. Apenas uma pequena parcela registou atrasos, que chegaram a 70 dias. Quanto à elaboração de projetos, 14,7% dos casos atrasaram-se, em média 159 dias, mais do dobro do previsto.
Entre as principais dificuldades apontadas estão a burocracia (34,4%) e a busca por terrenos adequados (36,8%). Apenas 5,9% referiram dificuldades com financiamento.
A maioria recorreu a crédito bancário (55%) para construir, em média 189 mil euros, correspondendo a 64,3% do custo total. A burocracia e o valor das prestações foram as maiores dificuldades apontadas.
Quanto ao método de construção, a alvenaria tradicional domina (55,3%), mas cresce a procura por casas modulares (27,8%) e casas em madeira (10,3%). O preço, conforto e sustentabilidade foram os critérios mais valorizados na escolha dos materiais.
O estudo mostra ainda que 86,4% dos orçamentos foram cumpridos, e 85% das obras terminaram no tempo previsto, com uma duração média de 414 dias. Quando houve derrapagens, estas deveram-se principalmente a inflação, alterações de projeto e atrasos na obra.
Entre as motivações para construir, destacam-se a personalização da casa (63,2%), a garantia de qualidade (49,1%) e a sustentabilidade (36,7%). A grande maioria dos inquiridos conseguiu implementar medidas de eficiência energética e resistência a desastres naturais.
O estudo contou com 611 participantes de todas as regiões do país, e foi complementado por análise de arquitetos. Os resultados mostram um panorama positivo do setor, com maior controlo sobre prazos, custos e qualidade das construções.
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