O presidente da Câmara Municipal de Caminha, Rui Lages, mostrou ontem a sua indignação, através das redes sociais, com os apoios do Governo que irão chegar ao concelho de Caminha para fazer face aos danos provocados pelo temporal, no primeiro dia do ano.
Na nota, Rui Lages dá conta que desde o dia 1 de janeiro que tem vindo “a insistir junto das entidades com responsabilidades na matéria” e que era “necessário ter um olhar diferente para aquilo que aconteceu no concelho de Caminha”.
Tendo agora conhecimento das verbas que irão chegar ao concelho, o presidente da Câmara Municipal de Caminha diz que a população merecia “muito mais”. “O esforço que pedimos ao Governo, a solidariedade que se exigia para o nosso território ficou muito aquém. Na verdade, pedimos pão e deram-nos meras migalhas”, atirou. “Solicitamos apoios no valor de 100% – atribuem 60%. Solicitamos a declaração de situação de calamidade – zero resposta. Solicitamos respostas que fossem ágeis e rápidas – deram-nos burocracia. A minha população aguardava por respostas robustas – tivemos promessas. Resposta às habitações particulares – zero”, lamentou o presidente da Câmara Municipal de Caminha, exprimindo que sente “muita revolta”.
“Mas, a toalha nunca vai parar ao chão. Somos gentes do Alto Minho, somos resilientes. Iniciaremos agora o trabalho que temos de fazer para capitalizar ao máximo este apoio que nos foi tão gentilmente concedido”, alertou ainda Rui Lages.
Caminha foi um dos concelhos, da região Norte, mais afetados pela intempérie, no dia 1 de janeiro, sendo os prejuízos superiores a 13 milhões de euros.

A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) registou, no dia 1 de janeiro, o primeiro nascimento de 2026. O bebé, de nome Bryam, nasceu às 00h06, por parto eutócico, apresentando um estado de saúde considerado bom.
Viana do Castelo fechou 2025 em grande destaque no panorama regional e nacional, com a realização do XXVII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e o avanço da construção da nova ponte entre Deocriste e Nogueira, marcando um ano de dinamismo político, cultural e económico.
O mês de novembro ficou marcado, em Viana do Castelo e no Alto Minho, por uma forte atividade política, social, ambiental, cultural e desportiva, com destaque para o anúncio da Cidade Desportiva, que prevê a construção de dois novos campos sintéticos e a criação de um Performance Hub da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), afirmando o concelho como polo estratégico do desporto nacional.
Viana do Castelo prepara-se para viver a passagem de ano mais aguardada da região. O New Year 2026, organizado pelo Santa Luzia Futebol Clube em parceria com a Collective, regressa pelo segundo ano consecutivo ao Centro Cultural de Viana do Castelo, prometendo uma noite de música, glamour e experiências exclusivas.
Luís Nobre, candidato do Partido Socialista, garantiu a reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Viana do Castelo, alcançando 42,76% dos votos e mantendo cinco lugares no executivo. O resultado assegura a continuidade da equipa do mandato anterior e reforça a presença do PS na governação local.
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez está a reutilizar a madeira dos passadiços danificados da ecovia do rio Vez para substituir as casas abrigo das colónias de gatos do concelho, numa iniciativa que cruza sustentabilidade ambiental e bem-estar animal.
Setembro ficou marcado pelo início de dois grandes projetos que vão transformar a cidade: o novo Mercado Municipal, com obras a arrancar no terreno do antigo prédio Coutinho, e o TuViana, o novo sistema de transportes urbanos 100% elétrico que começou a operar, melhorando a mobilidade no centro histórico, periferia e freguesias.