De 15 de fevereiro a 15 de abril, quase uma centena de restaurantes de Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira voltam a disponibilizar nos seus cardápios a ‘rainha’ [lampreia] do rio Minho.

Na apresentação da XV ‘Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência’, que decorreu esta quinta-feira, em Vila Nova de Cerveira, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, defendeu uma “persistente e consolidada promoção da lampreia do rio Minho como uma mais-valia para a estratégia turística dos seis municípios do Vale do Minho, mas também para a dinâmica da atividade piscatória”.

Tendo 1914 como o ano de referência para o início dos registos da pesca, a lampreia do rio Minho foi, durante décadas, a única espécie migradora com tendência crescente. No entanto, e após a captura de 56.000 em 2009, assiste-se a uma diminuição contínua e acentuada desde 2018, contabilizando-se, em 2023, a safra de 5.000 lampreias, “provavelmente, o valor mais baixo dos últimos 80 anos”.
Os dados foram lançados pelo diretor do Aquamuseu do Rio Minho, Carlos Antunes que explicou ainda que, apesar da lampreia ter uma história evolutiva de 300 milhões de anos, “nos últimos 100 anos sofreu com a transformação provocada pelo Homem”. “Enfrentamos uma nova ameaça de uma espécie introduzida para a atividade da pesca recreativa: o peixe-gato europeu – que pode atingir os 100 quilos e os dois metros – está a afetar a safra da lampreia em França, e já se encontra no Tejo e no Douro. De 100 lampreias marcadas e libertadas em França, num período de um mês, os trabalhos científicos revelaram que 80% dessas lampreias foram consumidas pelo peixe-gato europeu”, disse o biólogo. No caso concreto do rio Minho, Carlos Antunes alertou para este problema, mas ressalvou que “um dos fatores de pressão são as espécies exóticas como a carpa, o achigã e a perca-sol”.
Dinamizado pela ADRIMINHO – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado do Vale do Minho desde 2010, em parceria com a Confraria da Lampreia do Rio Minho e com os seis municípios do Vale do Minho, o evento gastronómico “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” tem como principal objetivo a promoção de um produto/prato, portador de uma forte componente turística para este território.

A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai manter em 200 mil euros o investimento na iluminação de Natal, mas alargar o número de ruas abrangidas. O protocolo de cooperação com a Associação Empresarial do Distrito de Viana do Castelo (AEDVC) foi aprovado por unanimidade esta terça-feira, em reunião do executivo municipal.
O controlo de espécies invasoras em 3,78 hectares e a proteção dos ninhos do borrelho-de-coleira-interrompida estão entre os resultados do projeto BIOCOSTEIRO em Viana do Castelo. A iniciativa, desenvolvida em parceria com entidades de Pontevedra, terminou após três anos de trabalho.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 633 pessoas em flagrante delito e detetou 8 257 infrações rodoviárias em operações realizadas em todo o país entre 18 e 24 de setembro.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.