O executivo municipal aprovou hoje, por unanimidade, em reunião ordinária, um voto de louvor “a todos quantos contribuíram para o êxito da Romaria d’Agonia e para esta grande manifestação de amor a Viana do Castelo”. A proposta de voto, apresentada pelo Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, destaca o esforço conjunto que permitiu o sucesso da festividade que aconteceu de 17 a 21 de agosto.
No voto de louvor pode ler-se que “dois anos depois da interrupção devido às restrições da Pandemia de Covid-19, a Romaria em Honra de Nossa Senhora da Agonia voltou a animar Viana do Castelo, as suas gentes e a sua economia e turismo”. “Os vianenses e os forasteiros aderiram em massa ao programa e sentiram e viveram as festas em todo o seu esplendor. Ao longo dos cinco dias de festa, cerca de 1 milhão e 250 mil pessoas passaram pela cidade”, declarou o autarca no documento.
O voto indica que “considerada a Rainha das Romarias, a Festa assumiu, este ano, uma dimensão ainda maior a vários níveis” já que juntou “visitantes de todo o mundo”, contou com figuras como o Presidente da República e reuniu milhares a assistir aos principais quadros do programa de cinco dias.
“Mas todo este sucesso retumbante, que fica marcado pelo número de pessoas presentes, pelo impacto económico direto e indireto nas festas, fica a dever-se ao esforço, trabalho e dedicação de muitos, que importa realçar sobretudo nesta altura de balanço que é o mais positivo possível: Ao Presidente da Comissão de Honra, Dr. Tiago Brandão Rodrigues e toda a Comissão de Honra, ao Presidente da Comissão Executiva das Festas, Eng. Parente da Cruz e a toda a Comissão de Festas, a todo o Executivo da Viana Festas e colaboradores, à Real Irmandade de Nossa Senhora d´Agonia, à Confraria da Sra d´Agonia, à população da Ribeira, às Juntas e Uniões de Freguesia, aos Grupos Folclóricos, às Escolas de Música, às Bandas, e às Associações do concelho e aos muitos voluntários que sentiram e colaboraram na organização deste evento e que garantiram o seu enorme sucesso”, lê-se no voto.
“E, numa edição marcada pelo recorde de presenças que obrigou a medidas excecionais em áreas como a limpeza e a segurança, o voto estende-se também aos funcionários municipais e dos serviços municipalizados envolvidos e às forças de segurança e de proteção civil que, para dar resposta ao significativo aumento de pessoas a Viana do Castelo, criou um Dispositivo de Prevenção Proteção e Socorro e instalou um Posto de Coordenação Conjunto, a ser guarnecido pelos oficiais de ligação dos Agentes de Proteção Civil, e por operadores de Telecomunicações da Companhia de Bombeiros Sapadores e que integrou a Companhia de Bombeiros Sapadores, Bombeiros Voluntários, PSP, INEM, Autoridade Marítima, ULSAM e Cruz Vermelha Portuguesa”, é ainda destacado.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.