O ciclista Iúri Leitão, o primeiro português a conquistar duas medalhas na mesma edição dos Jogos Olímpicos, e a judoca Patrícia Sampaio, `responsável` por abrir o medalheiro, foram os porta-estandartes de Portugal na Cerimónia de Encerramento.
Ouro olímpico no madison, ao lado de Rui Oliveira, e vice-campeão olímpico no omnium, o vianense de 26 anos era a escolha `óbvia` para levar a bandeira de Portugal no momento que encerra os Jogos Olímpicos Paris2024, mas o vianense teve também a companhia de Patrícia Sampaio, bronze nos -78 kg.
“É um orgulho enorme. Eu quando vi a Cerimónia de Abertura fiquei muito contente e acho que fomos muito bem representados, mas nunca sonhei sequer que pudesse vir a ser eu o porta-estandarte da Cerimónia de Encerramento”, reconheceu o novo campeão olímpico.
Leitão descreve a distinção como “uma honra indescritível”. “Estou extremamente satisfeito por ter sido convidado a levar o estandarte de Portugal”, completou.
Portugal segue a tradição recente, iniciada em Pequim2008 com Vanessa Fernandes, medalha de prata no triatlo, de entregar a responsabilidade a um medalhado, seguindo-se o canoísta Fernando Pimenta em Londres2012, Telma Monteiro no Rio2016 e do campeão olímpico do triplo salto Pedro Pichardo em Tóquio2020.
Antes, já Fernanda Ribeiro tinha tido a honra de, enquanto campeã olímpica, carregar a bandeira no fecho do evento, em Atlanta1996, onde ganhou os 10.000 metros, e Carlos Lopes levou o estandarte em Montreal1976, quando estava a oito anos de conquistar o primeiro ouro português, em Los Angeles1984.
A missão portuguesa, de 73 atletas, conquistou quatro medalhas em Paris2024: ouro no madison, por Rui Oliveira e Iúri Leitão, prata também no omnium, ambas no ciclismo de pista, a prata de Pichardo no triplo salto e o bronze de Patrícia Sampaio no judo.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana realizou, esta semana, uma sessão especial no âmbito das suas Oficinas Regulares de Teatro, substituindo o trabalho habitual de palco por um momento de conversa e reflexão entre os participantes.
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Viana do Castelo vai receber, no próximo 19 de fevereiro, uma sessão do ciclo nacional “Tratar o Cancro por Tu”, iniciativa do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto que pretende aproximar cientistas e cidadãos e esclarecer mitos sobre o cancro, uma doença que hoje é cada vez mais controlável. Segundo o investigador Manuel Sobrinho Simões, dois terços das pessoas diagnosticadas com cancro já não morrem da doença.
Está patente ao público, na Sala Dr. Francisco Sampaio (Piso 0) do Museu do Traje, a emblemática pintura “Tipo Minhoto – Les Yeux Rieurs”, de Henrique Medina, uma obra a óleo sobre tela datada de 1959.
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O Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular apresentou, em Viana do Castelo, o seu Relatório Socioeconómico Anual de 2024, um documento que coloca os municípios no centro do desenvolvimento económico e da segurança alimentar da eurorregião Norte de Portugal–Galiza.