O presidente do Município de Viana do Castelo, Luís Nobre, considerou, esta sexta-feira, que a segunda edição dos Encontros do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora (PNAID) são “um momento de reconhecimento do trabalho da diáspora e um momento de concretização e de impacto”, nomeadamente dos cerca de 40 mil vianenses que residem no estrangeiro.
“Somos, hoje, um território resiliente, diversificado e parceiro de quem investe e de quem quer investir”, declarou Luís Nobre, realçando que Viana do Castelo apresenta uma “conjugação de infraestruturas rodoviárias, ferroviárias, de Porto de Mar, que são essenciais para quem quer investir”. “Temos ainda uma relação única entre o Norte de Portugal e a Galiza que é absolutamente estratégica”, determinou.
Por isso mesmo, o autarca considera que “as infraestruturas, a geografia e o fator humano são fatores de atratividade para Viana do Castelo, muito particularmente nas energias renováveis e offshore, que são áreas onde estamos a investir e a crescer”.

Os emigrantes naturais do concelho de Viana do Castelo estão espalhados por meia centena de países. França, Canadá, Suíça, Andorra e Brasil são os cinco países que absorvem quase 80% dos emigrantes naturais do concelho vianense.
Numa participação através dos meios digitais, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, João Cravinho, assumiu que os Encontros PNAID são “o ponto de encontro e o epicentro da diáspora empreendedora”, considerando que “a diáspora é um ativo estratégico para o país” e que o regresso da mesma “pode materializar-se em investimento para o país”, podendo gerar “um efeito verdadeiramente transformador para o interior, que tem territórios de onde partiu muita população para a diáspora”.
O governante informou que as remessas dos emigrantes já representam 1,6% do PIB nacional e afirmou que “a diáspora terá sempre em Portugal a sua casa, o seu porto seguro, para viver, estudar, trabalhar e investir”.

No encerramento da cerimónia de abertura, a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, referiu que “este evento em solo português é o local privilegiado para fomentarmos a internacionalização e exportação dos negócios locais”. “Viana do Castelo é a capital da diáspora portuguesa durante estes dias, onde existem excelentes exemplos de ciência, inovação e empreendedorismo no âmbito da economia azul e das energias renováveis”, frisou.
Também o vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Beraldino Pinto, considerou que estes Encontros PNAID são “um evento muito importante, este ano com enfoque na economia azul, energias renováveis, sustentabilidade, ciência e tecnologia, áreas em que a estratégia do Norte dá a maior importância e nas quais está fortemente empenhado”.
A segunda edição dos Encontros do Programa Nacional de Apoio ao Investimento da Diáspora apresenta-se como o maior fórum nacional dedicado à economia da diáspora portuguesa. Promover o investimento, fomentar as exportações e apoiar a internacionalização dos negócios locais, através do potencial empreendedor das comunidades portuguesas, são os objetivos primordiais da iniciativa, que, além de dezenas de especialistas, empreendedores e investidores, junta Ministros e Secretários de Estado em Viana do Castelo.
Os encontros PNAID são uma iniciativa conjunta do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e da Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional. Esta segunda edição é organizada pelo Município de Viana do Castelo em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

No âmbito das comemorações dos 900 anos da fundação da vila de Ponte de Lima, o Centro de Interpretação do Território (CIT) organiza, no próximo dia 24 de janeiro, às 14h00, um atelier dedicado à confeção artesanal da broa de milho, em forno antigo a lenha.
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