O Município de Valença está a acolher, esta semana, o primeiro circuito de arte pública, em três pontos da cidade. As obras de arte pretendem retratar temas da atualidade e identitários da memória e da cidade de Valença com referências à sustentabilidade, à juventude e à igualdade de género.

Nuno Alecrim, Rita Ravasco e Daniela Guerreiro são os artistas que vão criar os três murais que marcam o arranque de um circuito maior.
Nuno Alecrim intervirá nas faces do edifício central do Campo da Feira, com os traços geométricos e a pintura abstrata que tanto o caracterizam, refletindo sobre as questões ambientais.
Rita Ravasco, com a explosão de cor que tanto a caracteriza, vai intervir no muro da Piscina Municipal, na face virada para a avenida da Juventude. A proposta deste mural fala diretamente à comunidade mais jovem, sobre temas como a igualdade de género e a valorização e atualização das memórias e da tradição local.
Daniela Guerreiro é uma artista realista que está a executar um mural evocativo das memórias das trapicheiras, no edifício do Centro de Interpretação da Ecopista do Rio Minho, na Ponte Seca. Este mural pretende relembrar as mulheres que, com garra e determinação, de um lado e do outro da fronteira entre o Alto Minho e a Galiza arriscaram a vida no contrabando para garantir o “ganha-pão” das famílias.
Para a “Fome”, organização que está a executar os trabalhos, “pretende-se trabalhar os temas através de abordagens simbólicas e metafóricas que fujam à representação direta, mas que incitem à contemplação do mural como obra de arte em si”.
José Manuel Carpinteira, presidente da Câmara Municipal de Valença diz ainda que “este circuito pretende trazer a arte para a rua, acessível para todos, com expressões inovadoras sobre temas que nos preocupam a todos enquanto cidadãos e reflexos da nossa memória coletiva como valencianos”.
A iniciativa é da Câmara Municipal de Valença e os artistas representam a organização FomE.
Da equipa de preparação deste primeiro Circuito de Arte Pública Urbana de Valença faz parte o artista valenciano João Fortuna.


O concelho de Caminha volta a receber, no final deste mês, o Festival Âncora Folk, que este ano assume um significado especial ao celebrar os 50 anos do Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora. A edição comemorativa reunirá grupos folclóricos de quatro países, reforçando a dimensão internacional de um dos mais antigos encontros de culturas tradicionais da região.
As “Pataniscas Três Milhos” conquistaram o júri da 28.ª edição do Concurso Gastronómico da Escola Superior Agrária do Politécnico de Viana do Castelo, que este ano teve o milho como ingrediente obrigatório.
O árbitro Bruno Pires Costa, filiado na Associação de Futebol de Viana do Castelo (AFVC), foi nomeado pela UEFA para integrar a equipa de arbitragem do encontro entre o Derry City, da Irlanda do Norte, e o HNK Rijeka, da Croácia.
A Câmara de Viana do Castelo aprovou, esta quinta-feira, a abertura do concurso público para a construção do novo Polo de Arqueologia, na Zona Empresarial da Praia Norte. A empreitada tem um preço base de 1,23 milhões de euros e deverá ficar concluída no prazo de um ano.
A Águas do Alto Minho revelou que serve atualmente mais de 196 mil clientes nos sistemas de abastecimento de água e saneamento, através de uma rede com cerca de 5.800 quilómetros. Os dados foram apresentados nas III Jornadas de Desenvolvimento, realizadas no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira.
O vianense João Veloso sagrou-se, este domingo, campeão do mundo de Sub-23 na classe BLM1x, em Duisburgo, na Alemanha, tornando-se o primeiro português de sempre a conquistar o título mundial nesta categoria de remo.
A 41.ª edição do festival “Folk – O Mundo a Dançar” realiza-se entre 1 e 10 de agosto, levando música, dança e tradições de vários países a diferentes localidades do Alto Minho e à Galiza.