O Município de Valença está a levar a cabo várias intervenções de limpeza e desobstrução de linhas de água.

Uma das intervenções decorre em Cristelo Covo, junto à rua da Terra Nova e pretende evitar e minimizar os impactos das grandes chuvas. “Esta linha de água acumula uma grande parte das águas pluviais vindas da zona da cidade nova e recinto do campo da feira da cidade de Valença. Pretende-se, assim, reduzir o impacto das grandes precipitações, sobretudo, na rua do Corgo que une Cristelo Covo a Arão, tanto na via pública como evitar afetar os moradores e provocar danos”, explicou o Município de Valença numa nota.
Em análise com o Instituto das Estradas de Portugal está uma ação, também, na linha de água da Formigosa, que reúne águas pluviais de Gandra e Cerdal. “Nos dias de maior precipitação o acumulado desta ribeira pode afetar as zonas mais baixas da Formigosa, em Gandra e da Pedreira, em Cerdal”, justificou.
Recentemente a Câmara Municipal interveio, também, no Ribeiro de Favais, na freguesia de Arão, numa extensão de cerca de 800 metros. Intervenções que se alargaram, ainda, ao ribeiro de Albergaria, na freguesia de Arão, com a limpeza desta ribeira e suas margens.

O Município de Valença continua, ainda, com as ações de manutenção e reabertura de caminhos florestais, em vários pontos do concelho. “Estas ações são essenciais para criar as condições necessárias para proteção de uma das principais manchas de pinheiro bravo da região com cerca de 400 hectares”, continuou.
Simultaneamente, os trabalhos preventivos pretendem atenuar os efeitos dos fogos florestais e facilitar a circulação dos meios de socorro. Estes inserem-se na política municipal para as florestas em estreita articulação com as juntas de freguesia, conselhos diretivos de baldios, Bombeiros Voluntários, GNR / SEPNA e demais agentes locais e regionais.
Já em Cerdal decorre, também, a reflorestação de uma vasta área de terreno baldio. A ação desenvolve-se, a cargo da equipa de sapadores Florestais, nos espaços envolventes ao Campo de Tiro de Cerdal, em Mosteiró. “Com esta ação pretende-se rearborizar uma zona que tem sido palco de vários incêndios nos últimos anos, com espécies retardadoras do avanço dos incêndios”, concluiu a nota.

Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).