O Município de Valença assinou, esta terça-feira, o contrato de promessa de compra e venda do edifício do antigo colégio português, com a Santa Casa da Misericórdia de Valença no valor de 1.65 milhões de euros.

José Manuel Carpinteira, presidente da Câmara de Valença, salientou que este foi o primeiro passo do desafio de recuperar o Antigo Colégio Português e a área envolvente. “Este é um compromisso e uma legítima aspiração de Valença e dos valencianos, tendo em vista a usufruição deste ex-libris patrimonial e histórico, ao serviço da nossa comunidade, dos residentes e de quem nos visita”, frisou.
“Pretendemos que este seja um novo espaço de centralidade e de qualificação urbana da cidade, estando em fase de avaliação a utilização futura, com foco nas áreas da Cultura e da Inovação, entre outras”, completou.
O imóvel do Antigo Colégio Português nasceu por vontade de Joaquim Apolinário da Fonseca, bairrista, com uma ampla dedicação à vida social e económica do concelho. O benemérito deixou à Santa Casa da Misericórdia a verba para a construção de um asilo para a infância desvalida. As obras começaram em 1910, mas só em 1928 foi inaugurado.
Nesta ocasião, a Santa Casa da Misericórdia assinou um contrato de comodato com a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição que permaneceram até setembro de 1974, com a designação de Colégio Português.
Posteriormente funcionou como liceu, Casa da Cultura, Escola Secundária, Biblioteca Municipal e, por fim, sede da ESCE – Escola Superior de Ciências Empresariais. No entanto, há mais de sete anos que deixou de ter qualquer utilização.
“Este é um imóvel carregado de história, um marco identitário de Valença profundamente ligado aos Caminhos de Fátima, sendo uma referência icônica porque aqui entregou em mão a Irmã Lúcia o 3º segredo de Fátima, ao Bispo de Leiria Fátima, para posteriormente o encaminhar para o Vaticano”, frisou o Município numa nota, destacando que a “limpeza geral ao complexo, garantindo a sua estabilização e segurança envolvente” serão uma “prioridade absoluta”.

Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).