A Unidade Móvel de Saúde, iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo em parceria com o Centro Humanitário do Alto Minho, já atendeu, nos últimos três anos, quase dez mil pessoas em diversas freguesias do concelho vianense.

A Unidade desloca-se às freguesias de segunda a sexta-feira, de acordo com uma calendarização anual, assegurando uma resposta direta no âmbito da prestação de cuidados de saúde à população em geral e, em particular, a idosos na sua área de residência.
Só no ano de 2023, foram promovidos 4.177 atendimentos em 23 freguesias do concelho – Afife, Areosa, Cardielos, Carreço, Carvoeiro, Deão, Freixieiro de Soutelo, Mazarefes, Meixedo, Montaria, Moreira de Geraz do Lima, Mujães, Nogueira, Outeiro, Perre, Santa Leocádia de Geraz do Lima, S. Romão de Neiva, Torre, Vila Fria, Vila Mou, Vila Nova de Anha, Vila de Punhe e Vilar de Murteda.
Esta é uma valência que a Câmara Municipal e o Centro Humanitário do Alto Minho disponibilizam desde dezembro de 2020, num serviço de proximidade à população no âmbito dos Cuidados de Saúde Primários. A Unidade Móvel de Saúde tem como missão complementar, apoiar e valorizar os recursos de saúde, assim como, aumentar a solidariedade e prosperidade, mediante a proteção e promoção da saúde, a segurança humana e a melhoria da saúde pública, de acordo com diretrizes da Organização Mundial de Saúde.
“Trata-se de um importante complemento aos cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde, promovendo um acompanhamento personalizado às necessidades dos munícipes. Assume como objetivo principal promover a equidade em saúde e reforçar a rede de cuidados de saúde de proximidade, com vista a obter ganhos em saúde a longo prazo. A intervenção na comunidade é preventiva e curativa, promove a saúde e previne a doença, aumentando a literacia em saúde e contribuindo para a mudança de atitudes e comportamentos da população”, explicou o Município em nota.
Desta forma, esta terça-feira o vereador da Promoção da Saúde, Ricardo Rego, apresentou ao executivo municipal uma proposta, para o ano de 2024, que foi aprovada por unanimidade, de renovação do apoio mensal de cinco mil euros à Cruz Vermelha – Centro Humanitário do Alto Minho para implementação da Unidade Móvel de Saúde, nomeadamente para manutenção da equipa multidisciplinar.
De acordo com o protocolo entre as duas entidades, são obrigações do Município disponibilizar apoio financeiro; assegurar a disponibilidade de interlocutores para estabelecer a articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa – Centro Humanitário do Alto Minho, no âmbito deste protocolo; acompanhar e monitorizar a execução do presente protocolo; articular com o Centro Humanitário do Alto Minho o planeamento e a execução do cronograma de ação da Unidade Móvel de Saúde; assegurar a articulação com os agentes locais no âmbito da implementação deste protocolo; assegurar a articulação com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E.P.E., com a Administração Regional de Saúde do Norte, I.P. e com a Unidade Local de Saúde do Alto Minho, EPE, no âmbito da implementação deste protocolo; contribuir para a melhoria contínua dos serviços prestados; garantir a comunicação no âmbito da execução do presente protocolo, através da criação de materiais de divulgação e da promoção das ações desenvolvidas nos diversos meios de comunicação do Município; partilhar informação com a Cruz Vermelha Portuguesa – Centro Humanitário do Alto Minho nas áreas consideradas necessárias para a execução do protocolo.
São obrigações do Centro Humanitário do Alto Minho: a implementação da Unidade Móvel de Saúde com as seguintes valências/áreas de intervenção: promoção de ações de sensibilização/esclarecimento com variadas temáticas; cuidados de enfermagem (apoio domiciliário, rastreios, vigilância do estado de saúde físico/psíquico); clínica geral (se necessário encaminhamento para consultas de especialidade); análises clínicas; outras atividades associadas aos cuidados de saúde primários.
É também obrigação do CHAM a vertente social na qual se implementará uma unidade de “voluntariado de proximidade”, visando combater a solidão/isolamento social de muitos idosos.
A Incubadora Municipal de Viana do Castelo acolheu uma reunião com as cinco entidades que vão apresentar os desafios da edição deste ano do Projeto de Inovação Pedagógica (PIP): Cooperativa Tecnológica de Viana do Castelo, DataColab, SparkIT, Shay Murtagh e Viana STARTS.
O Município de Valença promove, até 9 de novembro, um ciclo de sessões de formação em compostagem doméstica nas várias freguesias do concelho, no âmbito da campanha «Valença Composta».
A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) está a convidar as câmaras municipais e juntas de freguesia do distrito de Viana do Castelo a tornarem-se parceiras oficiais do Desafio Escolar Heróis da Fruta. A adesão é gratuita e pretende reforçar a promoção de hábitos alimentares saudáveis entre as crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo.
No Dia Mundial da Osteoporose, a Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral quer falar de uma doença que raramente dá sinal de si, mas que pode mudar por completo a vida de quem a tem.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.