O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, reuniu com o Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, João Porfírio Oliveira, num encontro que teve como objetivo fazer um balanço da saúde na região, que as duas entidades consideraram ser positivo e favorável à população.

Numa reunião que contou também com a presença do Vereador da Promoção da Saúde, Ricardo Rego, o responsável da entidade de saúde referiu que, de acordo com dados de julho de 2024, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho regista uma taxa de utentes com médico de família de 97,2%, muito superior ao valor nacional, que se fica pelos 84%.
Foram registadas 625.000 consultas médicas, assinalando-se um aumento de 2,9% das consultas presenciais. Foi ainda registado um aumento de 5,1% de domicílios médicos e de 1,7% de domicílios de enfermagem.
No que toca aos cuidados de saúde hospitalar, de acordo com dados de agosto, foi registado um aumento de 4% nas primeiras consultas e de 6% nas consultas subsequentes.
Foi também registado um aumento de 5% no número de intervenções cirúrgicas, o que corresponde a mais 490 doentes operados.
João Porfírio destacou a resposta integral no programa OncoStop 2024, com a resolução de todos os doentes oncológicos da lista da ULSAM, bem como a resposta exemplar da Ginecologia / Obstetrícia, assinalando-se com aumento de 2% dos partos na região.
O responsável realçou ainda a resposta integral, sem interrupções, dos três Serviços de Urgência, incluindo um aumento de 1,4% em relação ao período homólogo.
A Unidade Local de Saúde do Alto Minho E.P.E. presta cuidados de saúde primários, diferenciados e continuados. A sua área de influência corresponde ao distrito de Viana do Castelo, concelhos de Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira.
Integra o Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Hospital Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, bem como 12 Centros de Saúde, nomeadamente Centro de Saúde dos Arcos de Valdevez, Centro de Saúde de Barroselas, Centro de Saúde de Caminha, Centro de Saúde de Darque, Centro de Saúde de Melgaço, Centro de Saúde de Monção, Centro de Saúde de Paredes de Coura, Centro de Saúde de Ponte da Barca, Centro de Saúde de Ponte de Lima, Centro de Saúde de Valença, Centro de Saúde de Viana do Castelo e Centro de Saúde de Vila Nova de Cerveira.
A organização da Romaria d’Agonia suspendeu temporariamente o processo de inscrições para o Desfile da Mordomia, após detetar um número considerado anormal de acessos à plataforma digital.
O Santa Luzia FC vai avançar com a organização da primeira edição do 24 Horas Futsal – Summer Edition 2026, uma nova competição de verão que pretende afirmar-se como referência no calendário do futsal regional e atrair equipas de diferentes pontos do país e da Galiza.
O Município de Ponte de Lima está a reforçar a sua intervenção social com a implementação do projeto “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, uma iniciativa que aposta na proximidade para apoiar cidadãos em situação de maior vulnerabilidade.
A Comunidade de Energia Renovável de Caminha (CERCAMINHA) vai avançar com cinco freguesias e prevê, no futuro, abrir-se à participação de munícipes, empresas e outras entidades locais, anunciou a Câmara Municipal.
Vila Nova de Cerveira encerra o exercício financeiro de 2025 com resultados positivos e uma execução orçamental que o executivo municipal considera demonstrativa de “solidez e visão estratégica” na gestão autárquica.
A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria expressiva, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativos a 2025, ano em que a receita fiscal ultrapassou os 100% de execução.
A associação ambientalista Quercus manifestou preocupação com o atraso na disponibilização dos apoios financeiros destinados à limpeza de terrenos nos concelhos afetados pela tempestade Kristin. A cerca de dois meses do fim do prazo legal, fixado em 30 de junho, a organização questiona o Governo sobre a ausência dos vales prometidos, no valor entre 1000 e 1500 euros por hectare.