A Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo recebeu a apresentação do tomo 56 dos Cadernos Vianenses, publicação que vem compilar textos, artigos, opiniões, ideias e testemunhos de 11 autores, ao longo de 422 páginas que se constituem como parte integrante do espólio da cultura vianense, contribuindo para o perpetuar do passado e preparação do futuro.

Como tem sido habitual ao longo dos diversos tomos, esta publicação, com coordenação editorial de Rui A. Faria Viana e prefácio do Presidente da Câmara Municipal, assume-se como um repositório da cultura vianense, conjugando a sabedoria e as memórias dos autores.
O autarca, Luís Nobre, assegurou que o tomo reúne “um conjunto de belíssimos textos que nos ajudam a interpretar o nosso passado e a pensar e preparar o nosso futuro”, agradecendo a todos os colaboradores que “com entusiasmo e conhecimento” proporcionam a Viana do Castelo uma publicação de elevada qualidade e disponibilizam “o seu saber” à comunidade.
O Vereador da Cultura, Manuel Vitorino, referiu que “do voo rasante que fiz dos trabalhos que integram este tomo, abriu-se um conjunto de janelas”. “Temos aqui um manancial de textos e informações que nos enriquecem e nos dão a conhecer histórias sobre personalidades de relevo e sobre o nosso património”, declarou.
Já Rui Faria Viana, coordenador editorial, disse que o tomo 56 “continua a manter-se fiel aos motivos pelos quais os tomos foram criados” e, mais uma vez, pretende “marcar o panorama cultural do município”.
A presente edição inicia com a Identidade e Memória. “A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo: antecedentes, criação e abertura ao público”, por Rui A. Faria Viana, abre este tomo. “Ex-líbris de Viana em selos e inteiros postais”, de José Miranda da Mota, “IV Missão Estética de Férias (MEF) realizada em Viana do Castelo / 1940”, por Gonçalo Fagundes Meira e “O espírito do lugar, Viana do Castelo. Premissa potenciadora da imagem na construção da memória e perspetiva contemporânea imagética”, por Manuel Brázio, são os outros textos que integram este capítulo.
Seguem-se as Figuras, com “Dom Frei António do Desterro (1694 – 1773): um vianense à frente da Diocese do Rio de Janeiro”, por António Matos Reis, “Viana em Camilo: Os Brilhantes do Brasileiro [1869]”, por David F. Rodrigues, “Himalaya em Viana do Castelo”, de Jacinto Rodrigues, “Domingos António Meira: príncipe dos estucadores vianenses”, por Filipe Freitas e “Felipe Fernandes: o homem e a sua obra – humanista nas letras e na vida associativa”, da autoria de Francisco José Carneiro Fernandes, destacam homens que definiram a nossa história.
Já o capítulo do Património integra dois textos: ”Afife: do paleolítico ao castrejo”, por António Rodrigues França Amaral, e “As alterações climáticas e os primórdios das espécies humanas em Afife”, por Horácio Faria.
O Colégio do Minho celebrou 84 anos de existência num encontro que reuniu alunos, famílias, professores e responsáveis da instituição. A celebração destacou o percurso da escola, a preservação da sua identidade católica e a ligação à Diocese de Viana do Castelo, que se prepara para assinalar os 50 anos da sua criação.
A cooperação turística entre o Alto Minho e a Galiza esteve em destaque no XVIII Congresso Internacional de Turismo — ITC’26, que decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, na Universidade de Vigo, com a participação de mais de uma centena de especialistas de quatro continentes.
A empresária Patrícia Martins, fundadora da CANEVI, recebeu a Medalha de Mérito Grau Prata do Município de Vila Nova de Cerveira, numa homenagem ao seu percurso no comércio de calçado e à aposta no empreendedorismo digital.
Portugal assinala esta segunda-feira, 5 de outubro, os 116 anos da Implantação da República, acontecimento que pôs fim à Monarquia Constitucional e abriu um novo ciclo na história do país.
Portugal garantiu o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações ao vencer a Noruega por 2-1, no Estádio do Dragão. A seleção nacional somou a quarta vitória em quatro jornadas, num encontro em que João Cancelo e Gonçalo Ramos marcaram os golos da reviravolta.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.