A Câmara Municipal de Viana do Castelo tem em funcionamento 17 equipamentos no âmbito do projeto do projeto “+ Vida - Rede Municipal de Desfibrilhação Automática Externa”, que, nesta fase inicial, pretende instalar em infraestruturas desportivas do concelho.

Neste momento, são já cerca de 200 os funcionários municipais e de clubes desportivos que concluíram a formação para utilização dos primeiros dez DAE’s licenciados pelo INEM e instalados no concelho vianense, no Centro Cultural de Viana do Castelo, Estádio Municipal Manuela Machado, Pavilhão Municipal Nicolau Veríssimo, Pavilhão Municipal do Atlântico, Pavilhão Municipal José Natário e Mestre Luís Braga, Pavilhão Municipal de Monte da Ola, Pavilhão Municipal de Santa Maria Maior, Piscina Municipal de Barroselas, Piscina Municipal do Atlântico e Piscina Municipal Frederico Pinheiro.
Até final do mês de março, entram em funcionamento mais sete equipamentos, no Pavilhão Municipal de Santa Marta de Portuzelo, Pavilhão da Escola Básica e Secundária de Barroselas, Pavilhão Municipal David Freitas, Pavilhão da EB 2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires, Pavilhão da EB 2,3 Carteado Mena – Darque, Pavilhão da Escola Secundária e Monserrate e Pavilhão da Escola EB 2,3 de Viana do Castelo – Abelheira. Em breve, a Câmara Municipal de Viana do Castelo vai avançar com cabines de rua, a serem instaladas no centro histórico.
Neste momento, o município iniciou já o processo de licenciamento de outros dois DAE’s para o Pavilhão da Escola Básica de Foz do Neiva – Castelo do Neiva e Pavilhão da Escola Secundária de Santa Maria Maior, que deverão estar instalados até finais de abril. Em junho, deverão estar licenciados os três equipamentos para o Centro de Remo, Centro de Canoagem e Centro de Vela, elevando assim o número de DAE’s disponíveis para 22.
O projeto “+ Vida – Rede Municipal de Desfibrilhação Automática Externa” tem como principal objetivo aumentar a cadeia de sobrevivência, proporcionando à população meios que promovam a desfibrilhação em tempo útil, através da instalação de 22 DAE’s e da formação de operadores de DAE.
Os DAE’s disponíveis nos espaços municipais estão licenciados pelo INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica e integram o Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa. Em situações de paragem cardiorrespiratória, estes equipamentos serão utilizados pelos operadores de DAE deste programa municipal vianense.
A doença cardiovascular assume uma liderança destacada na morbilidade e mortalidade das populações do mundo ocidental. Em metade dos casos de paragem cardiorrespiratória, as vítimas não chegam com vida aos hospitais. A experiência internacional demonstra que a utilização de DAE’s por pessoal não médico aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência das vítimas, pelo que um DAE pode salvar vidas.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.