Recuperar variedades tintas do vinho Alvarinho ou usar funcho do mar na gastronomia são algumas das linhas de investigação do núcleo tecnológico que pretende acrescentar inovação e valor ao Alto Minho.
“Queremos explorar aspetos do território mais esquecidos ou desaproveitados e tentar acrescentar conhecimento e inovação, com a finalidade a criação de negócio. A ideia é recuperar tradições e acrescentar valor a fatores únicos do território, ao mesmo tempo que captamos jovens altamente qualificados para se fixarem no interior”, descreveu à Lusa Nuno Vieira e Brito, coordenador do NUTRIR – Núcleo Tecnológico para a Sustentabilidade Agroalimentar do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Criado com fundos do Portugal 2020, há três anos para o “desenvolvimento de núcleos de transferência de conhecimento em Monção e Melgaço, o NUTRIR conseguiu resultados que permitiram avançar com novos projetos e financiamentos, alargando a implantação a todo o Alto Minho, designadamente a Caminha, Valença ou Arcos de Valdevez, explicou o responsável do NUTRIR, que na sexta-feira realiza em Melgaço uma conferência com o objetivo de pensar “num futuro de inovação” para o território.
Por outro lado, se o projeto começou com três investigadoras doutoradas, conta agora com mais quatro bolseiros, acrescentou.
As áreas de atuação são a viticultura, os recursos autóctones e o território.
Entre as linhas de trabalho que já tiveram resultados e mostraram merecer ser aprofundadas está a recuperação das variedades tintas do Vinho Alvarinho, que “estão perdidas” mas podem “passar a ser utilizadas como novos produtos de diversificação do vinho”.
Atualmente, o projeto conta com um enólogo a analisar as variedades que “possam ter melhor utilidade para produzir novos vinhos na região”, indicou Nuno Vieira e Brito.
Também se está a avaliar a recuperação do fumeiro numa zona onde este “se tem perdido e não há produtores”, bem como o uso de plantas para “fins medicinais, cosméticos ou têxteis”.
A isto, soma-se a “utilização do funcho do mar para efeitos gastronómicos”, em Caminha, ou da recuperação de “raças autóctones avícolas um pouco perdidas, de modo a serem utilizadas como forma de valorização da produção local através da gastronomia”, em Valença, descreveu o coordenador.
O NUTRIR apresenta-se como “um projeto de transferência de conhecimento na área do agroalimentar, que se preocupa com o desenvolvimento do território do Alto Minho, região de enorme riqueza e diversidade paisagística, mas carente de mais inovação, em particular no setor primário”.
A aldeia de Lindoso, situada no concelho de Ponte da Barca, foi distinguida como ícone regional na categoria “Aldeias e Vilas” na 9.ª edição do Prémio Cinco Estrelas Regiões – 2026, um dos reconhecimentos nacionais que destacam o melhor do património, cultura, gastronomia e identidade regional em Portugal.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo está a estudar a criação de um sistema de transporte público fluvial entre as duas margens do rio Lima, uma medida integrada no Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS).
O Município de Paredes de Coura adquiriu três Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE), que serão instalados no Pavilhão Municipal, na Piscina Municipal e na Escola Básica Integrada, numa medida destinada a reforçar a resposta a situações de paragem cardiorrespiratória.
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O Auditório Municipal de Ponte da Barca recebeu uma conferência dedicada ao tema “Ética e Integridade no Desporto”, que reuniu dezenas de jovens atletas, pais, treinadores e dirigentes de várias associações do concelho de Ponte da Barca.
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