Os governos de Portugal e Espanha assinaram, em Huelva, um acordo histórico para garantir a segurança da navegação e da náutica de recreio no troço internacional do rio Minho. O acordo foi celebrado durante a 36.ª Cimeira Ibérica, dedicada à “aliança pela segurança climática” após meses de grandes incêndios e tempestades na Península Ibérica.

O rio Minho, fronteira natural entre os dois países, nasce na serra de Meira, na Galiza, a 750 metros de altitude, percorre cerca de 340 quilómetros e desagua no Atlântico entre A Guarda (Espanha) e Caminha (Portugal).
O documento estabelece 36 artigos que abrangem todas as embarcações, incluindo motas de água e outros engenhos flutuantes, independentemente da nacionalidade ou classificação. Entre as principais medidas estão:
Obrigatoriedade de coletes de salvação homologados para todos os utilizadores de motas de água;
Proibição de navegação a motor em determinadas áreas sensíveis, como a montante da confluência com o rio Mouro (Monção);
Restrição da navegação em zonas de rápidos ou com obstáculos naturais, exceto para atividades autorizadas como rafting, canoagem ou pesca licenciada;
Proibição de motores a dois tempos a montante da confluência com o rio Caselas, para proteger a qualidade da água e o meio ambiente;
Embarcações de alta velocidade devem respeitar o direito interno do país em que se encontram e seguir regras adicionais definidas pelas autoridades, incluindo limites de velocidade e itinerários autorizados.
O acordo reforça a cooperação transfronteiriça, permitindo que as autoridades de Portugal e Espanha troquem informações sobre embarcações de alta velocidade e adotem medidas adicionais de segurança quando necessário.
As autoridades sublinham que o objetivo do acordo é promover um uso equitativo e seguro das águas do rio Minho, acompanhando o crescente aumento da náutica de recreio na região.
Este pacto representa um passo importante para a proteção ambiental, a segurança dos navegadores e a valorização turística e recreativa do rio Minho, fortalecendo a colaboração entre as regiões fronteiriças do Minho e da Galiza.
O vianense João Veloso sagrou-se, este domingo, campeão do mundo de Sub-23 na classe BLM1x, em Duisburgo, na Alemanha, tornando-se o primeiro português de sempre a conquistar o título mundial nesta categoria de remo.
A 41.ª edição do festival “Folk – O Mundo a Dançar” realiza-se entre 1 e 10 de agosto, levando música, dança e tradições de vários países a diferentes localidades do Alto Minho e à Galiza.
A terceira edição do Acampamento Juvenil Diocesano (JUBIGO) vai decorrer entre 28 de julho e 1 de agosto, nos arciprestados de Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira. A iniciativa deverá reunir centenas de jovens provenientes de diferentes pontos da Diocese de Viana do Castelo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo iniciou a demolição do antigo acampamento de Vila Nova de Anha, depois de ter realojado as famílias que ali residiam em habitações municipais.
Dois músicos ligados a algumas das mais prestigiadas orquestras europeias atuam este domingo, 26 de julho, no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira, no encerramento da segunda edição do Festival Terras de Cervaria.
A árbitra Filipa Pereira Cunha, natural de Valença, foi nomeada pela UEFA para dirigir um encontro da primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões feminina.
A K-Bridge, uma plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida por três estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, venceu a fase regional da 22.ª edição do Poliempreende. O projeto vai representar a instituição na final nacional do concurso, marcada para setembro, na Universidade do Algarve.