O Município de Ponte de Lima marcou presença na sessão de abertura da reunião do consórcio do projeto FEAST – Sistemas alimentares que apoiam a transição para dietas mais saudáveis e sustentáveis, um projeto científico inovador e de elevada qualidade internacional, liderado pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha.
Aprovado pelo programa Horizonte Europa Pilar II – Cluster 6: Alimentação, bio economia, recursos naturais, agricultura e ambiente, este projeto é dinamizado por um consórcio de 36 entidades europeias, entre instituições públicas, empresas, universidades e atores políticos, e no Alto Minho conta com a parceria da CIM Alto Minho e do IPVC.
Na sessão de abertura da reunião do consórcio do projeto, que decorreu em Viana do Castelo, o Município de Ponte de Lima esteve representado pelo Vice-Presidente, Paulo Sousa, que abordou o ecossistema dos refeitórios escolares, o modelo de gestão dos mesmos, bem como a implementação do projeto “Hortas Pedagógicas” nas escolas do concelho, do trabalho efetuado pela autarquia na aposta dos recursos endógenos e a estratégia de valorização gastronómica dos mesmos.
Com um orçamento total de 11,9 milhões de euros e um período de implementação de cinco anos, o FEAST visa despoletar uma mudança para um sistema alimentar sustentável, numa estratégia que perspetive grandes ganhos para as pessoas, para o planeta e para os sectores público e privado, promovendo investigação e intervenção nos sistemas agroalimentares que suportam as transições para dietas mais saudáveis e sustentáveis. Ainda de referir que este projeto pretende promover o estado da arte na investigação e inovação, reunindo diferentes áreas de expertise em todo o sistema alimentar e, acima de tudo, integrando a dimensão comportamental dos “atores alimentares”, muitas vezes descurada. Esta abordagem permitirá estimular a cocriação de soluções e práticas inovadoras, baseadas na comunidade e para a comunidade.
Por outro lado, o projeto FEAST concorre para o cumprimento dos objetivos de mitigação das alterações climáticas, plasmados no Acordo Verde Europeu (European Green Deal), contribuindo também para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. Ou seja, com a adoção de novas soluções e das melhores práticas ao nível das dietas alimentares (mais ricas em alimentos saudáveis produzidos em agricultura biológica e sem pesticidas, e acessíveis a todos), este projeto traz claros benefícios não só para o meio ambiente como ao nível da saúde da população.
Nos dias 28 e 29 de janeiro, Viana do Castelo e Figueira da Foz acolhem duas sessões públicas dedicadas à análise dos impactos da energia eólica offshore na economia regional, no âmbito do projeto INOVSEA OFFSHORE, promovido pela AEDVC-CCI e pela ACIFF.
O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, a abertura de um concurso público no valor de 1,2 milhões de euros para a requalificação de 230 metros da Estrada de Santa Luzia, entre o hospital e o entroncamento de acesso ao santuário homónimo.
O novo Conselho Técnico-Científico da Escola Superior de Desporto e Lazer (ESDL) do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) tomou posse esta terça-feira, num ato que reforça o papel da escola na investigação e desenvolvimento académico.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) aprovou um orçamento de 17,7 milhões de euros para 2026, um aumento de cerca de 7% face a 2025. Cerca de 50% da despesa destina-se aos transportes, incluindo obrigações de serviço público, passes gratuitos para jovens e redução tarifária.
O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, a abertura de concurso público para a aquisição de duas viaturas de recolha de resíduos, incluindo um equipamento 100% elétrico para biorresíduos.
A Câmara Municipal de Caminha aprovou o Regulamento de Acesso, de Atribuição e de Gestão da Habitação Municipal, que define os critérios para a atribuição de habitações em regime de arrendamento apoiado. O documento foi publicado no Diário da República e estabelece um quadro objetivo para apoiar famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade habitacional.
A maioria dos portugueses que construiu casa nos últimos dois anos conseguiu cumprir prazos e orçamentos, segundo o estudo “Construir Casa: Motivações e experiências de quem construiu casa”, realizado pela UCI com a SPIRITUC.