Já estão em curso as obras da futura residência académica do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), localizada no campus da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG-IPVC), junto à Praia Norte. O novo edifício, que será a maior residência estudantil do IPVC, terá capacidade para 400 camas e representa um investimento global de cerca de 18,9 milhões de euros, cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A nova infraestrutura permitirá praticamente duplicar a atual oferta de alojamento do IPVC e deverá estar concluída antes do início do ano letivo 2026/2027, possibilitando que os estudantes possam ocupar os quartos já no arranque desse ano académico.
A empreitada foi adjudicada ao consórcio formado pelas empresas Domingos da Silva Teixeira, S.A. e Cari Construtores, S.A., e conta ainda com o apoio financeiro da Câmara Municipal de Viana do Castelo, no valor de 745 mil euros, formalizado recentemente através de um protocolo de cooperação.
A nova residência contará com 160 quartos duplos, 40 quartos individuais, 10 quartos adaptados para estudantes com mobilidade condicionada, 10 estúdios individuais e 10 estúdios duplos, todos com casa de banho privativa. O edifício incluirá ainda cantina e bar, espaço de saúde, área de fitness e diversos espaços de convívio e estudo, procurando responder às necessidades académicas e sociais dos estudantes.

Para o presidente do IPVC, Carlos Rodrigues, este projeto “não é apenas uma residência, é uma aposta clara na qualidade de vida dos estudantes”. O responsável destaca que o objetivo passa por criar “um verdadeiro ambiente de bem-estar, segurança e integração” para todos os que escolhem o Politécnico de Viana do Castelo. “Este é um dos investimentos mais relevantes da história da instituição, que reforça a sua missão pública de garantir igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior”, sublinha.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, considera que o novo equipamento representa um forte contributo para a atratividade do concelho: “Mais do que um edifício, trata-se de um fator de desenvolvimento e afirmação de Viana como cidade universitária e de acolhimento de talento.”

Com a conclusão desta residência, o IPVC passará a disponibilizar cerca de mil camas nas suas várias residências espalhadas pelos concelhos de Viana do Castelo, Valença, Melgaço, Ponte de Lima e Arcos de Valdevez, reforçando o seu compromisso com a coesão territorial e o combate às desigualdades no acesso ao ensino superior.
O realizador vianense Miguel Filgueiras estreia o seu documentário “Fosfeno” no Festival Internacional de Documentário de Tessalónica, na Grécia, a 12 de março. O projeto contou com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, no âmbito da promoção cultural e identitária do concelho.
Inserido nas celebrações do Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março, o Politécnico de Viana do Castelo promove uma ação transversal a todas as suas Unidades Orgânicas, desafiando a comunidade académica à reflexão sobre aceitação e pressão estética.
O projeto CaixaSon, integrado no IKFEM Festival Tui-Valença, conquistou o Silver Award in Inclusive Culture nos IAUD International Design Award, atribuídos pela International Association for Universal Design (IAUD), no Japão.
O espetáculo infantil “Mistério da Vinci”, do Teatro do Noroeste, terá a sua última apresentação em Viana do Castelo este sábado, dia 7 de março, e a receita da bilheteira será totalmente destinada à Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima, em apoio às famílias afetadas pelas recentes intempéries na região.
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português (PCP) realiza, nos dias 16 e 17 de março de 2026, as suas Jornadas Parlamentares em Viana do Castelo.
O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, garantiu que o município vai continuar a investir e a reforçar o ecossistema ligado à economia do mar, considerando este setor estratégico para o desenvolvimento da região.
A Câmara Municipal de Caminha alertou o Ministério da Cultura para a degradação do Forte da Ínsua, após o colapso de parte do paredão do monumento nacional devido à forte agitação marítima.