O Dia Mundial da Saúde Mental foi estabelecido a 10 de outubro de 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental, sendo celebrado todos os anos como forma de consciencializar a população mundial para a Saúde Mental.

No ano de 2023, esta Federação assinala 75 anos de existência e o Dia Mundial da Saúde Mental subordinados ao tema Mental Health is a Universal Human Right para destacar a importância da Saúde Mental como direito humano básico, não passível de ser ignorado ou submetido a preconceitos pejorativos.
Enquanto internistas, todos os sistemas e órgãos são tidos em conta na prestação de cuidados ao doente, tendo a Saúde Mental um papel significativo na gestão do doente. Seguindo o exemplo dos idosos, uma doença orgânica infeciosa pode perturbar e manifestar-se como alteração do seu estado mental. Em suma, a saúde mental tem um papel preponderante na gestão dos doentes observados por Medicina Interna e restantes especialidades, devendo ser sempre considerada na avaliação do doente.
No outro lado do espectro, encontram-se os profissionais de saúde, que também são suscetíveis à doença mental. No estudo de 2019 da Ordem dos Médicos: “Burnout na Classe Médica em Portugal: Perspetivas Psicológicas e Psicossociológicas” demonstrou-se que “66% dos médicos da amostra analisada mostram um nível elevado de Exaustão Emocional, que 39% apresentam um nível elevado de Despersonalização dos doentes e que 30% revelam um índice elevado de Diminuição da Realização Profissional. Para além disso, 7% apresentam níveis elevados nos três indicadores de Burnout referidos.” Este estudo veio reforçar a evidência empírica que todos já tinham observado no local de trabalho.
Este dia Mundial da Saúde Mental também deve constituir uma forma de consciencializar a população para esta questão e a necessidade de serem criados mecanismos mais eficazes de melhoria da Saúde Mental, quer nos locais de trabalho, quer a nível superior com medidas globais de Saúde Pública.
Flávia Freitas, IFE de MI – Membro do Núcleo de Internos de Medicina Interna da SPMI
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).