Cada vez sinto menos vontade de dar importância às redes sociais. Vivemos num mundo cada vez mais perigoso, e uma parte significativa dessa perigosidade encontrou nestas plataformas um terreno fértil para crescer e normalizar-se.

Sinto que as redes sociais estão a ser cada vez mais dominadas pela agressividade. A racionalidade vai perdendo espaço para a emoção, sobretudo para a raiva, e a divergência deixou de ser um exercício saudável de pensamento crítico para passar a ser vivida como ataque pessoal. Em vez de argumentos, multiplicam-se desqualificações; em vez de diálogo, instala-se a lógica do “nós contra os outros”.
Também a comunicação social tem responsabilidade neste ambiente. Vejo com frequência títulos e programas que recorrem a palavras como “humilhação”, “arrasado”, “esmagado” ou “destruição”, não para informar melhor, mas para provocar reação imediata. Quando isso acontece, deixamos de ser convidados a compreender e passamos a ser empurrados para tomar partido, muitas vezes guiados pela raiva.
Em paralelo, os extremos ganham terreno porque se ligam ao que há de pior em nós: o medo, o ressentimento, o desejo de exclusão. Não me surpreende que tantas pessoas se sintam atraídas por líderes autoritários precisamente pelos seus traços mais sombrios, racismo, xenofobia, violência, como se isso validasse sentimentos que nunca foram verdadeiramente enfrentados.
Ainda assim, continuo a acreditar que a nossa essência deveria ser guiada pelo que temos de melhor, e não pelo que temos de pior. Porque não escolher esperança em vez de medo? Compaixão em vez de desprezo? Cooperação em vez de opressão? A esperança exige responsabilidade, a compaixão exige humanidade e a cooperação exige maturidade.
Um novo ano começa. Não me parece que venha a ser um “Bom Ano Novo”. Mas deixo, com sinceridade, o desejo de que seja pelo menos melhor do que o ano que termina, com mais lucidez do que ruído, mais empatia do que agressividade e mais cooperação do que confronto. Resistir à raiva e à polarização não me parece ingenuidade; parece me uma escolha consciente, necessária e cada vez mais urgente.
O XV Encontro Ibérico Land Rover terminou, no domingo, em Viana do Castelo, com um balanço considerado “extraordinariamente positivo” pela organização. Durante três dias, o Parque de Campismo do INATEL, na Praia do Cabedelo, recebeu cerca de quatro mil participantes e 1200 viaturas provenientes de Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Brasil.
Vila Praia de Âncora prepara-se para receber milhares de pessoas nas festividades em honra de Nossa Senhora da Bonança, Padroeira dos Homens do Mar. As celebrações decorrem entre 9 e 13 de setembro, com um programa marcado pela devoção, tradição, música e animação.
O Sport Clube Vianense apresentou, esta terça-feira, no Salão Nobre da sede, a equipa de bilhar para a nova temporada. O plantel é constituído por Vânia Franco, Sara Rocha e Ana Oliveira, três atletas da Seleção Nacional.
Vila Nova de Cerveira recebe, no próximo dia 13 de setembro, duas competições dedicadas à arte de preparar pizza. A Praça do Minho será palco da estreia do Trofeo del Pizzaiolo – Amador e da 4.ª edição do Trofeo del Pizzaiolo – Alto Minho, integrados na programação do V Festival da Pizza.
O FC Porto sofreu, esta terça-feira, a primeira derrota da temporada, ao perder por 2-0 na receção ao Manchester City, na jornada inaugural da fase de liga da Liga dos Campeões.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) vai reforçar a cooperação com o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), no Brasil, através da criação de duas novas duplas titulações nas áreas de Design do Produto e Eletrónica e Eletrificação Automóvel.
A Associação de Futebol de Viana do Castelo (AFVC) promoveu uma ação de formação destinada aos árbitros de futebol e futsal do distrito.