A doença celíaca é uma doença crónica, de base imune, em que o consumo de glúten desencadeia uma reação do sistema imunitário que leva primariamente à lesão do intestino delgado. Esta entidade é diferente da alergia ao glúten e da “intolerância” ao glúten, das quais deve ser clínica e laboratorialmente distinguida.

A doença celíaca pode ser assintomática ou apresentar-se com diarreia, distensão abdominal, perda de peso, alterações cutâneas, alterações hepáticas ou anemia e outras manifestações de mal absorção. O diagnóstico da doença celíaca implica a realização e integração de exames laboratoriais específicos, sendo na idade adulta muitas vezes necessária a realização de endoscopia digestiva alta para confirmação do diagnóstico.
Assim, além das manifestações gastrointestinais mais típicas e de se poder associar a outras entidades nomeadamente do foro dermatológico, neurológico ou endocrinológico, a doença celíaca pode associar-se também a alterações no fígado, que podem inclusivamente ser a sua única manifestação. Adicionalmente, pessoas com doença celíaca têm um risco acrescido de doença hepática por associação a outras doenças hepáticas autoimunes, mas também por maior risco de doença hepática metabólica, onde a inflamação intestinal persistente, a má absorção e a ativação imunitária crónica condicionam a acumulação de gordura no fígado e inflamação.
O tratamento da doença celíaca, não complicada e das alterações hepáticas associadas, consiste numa dieta isenta de glúten, que só por si se associa, na maioria dos casos, à remissão da doença e défices relacionados, sendo essencial para prevenir complicações a longo prazo.
Adicionalmente, devem ser mantidos hábitos de vida saudáveis, evitando o álcool, mantendo a atividade física regular e mantendo um bom controlo metabólico. O acompanhamento médico contínuo e a realização de exames de rotina são igualmente fundamentais para evitar e detetar precocemente possíveis complicações.
Artigo de Opinião de Rita Barosa, gastrenterologista da Unidade de Saúde Local Lisboa Ocidental e membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF).
Cláudia Loureiro terminou a licenciatura em Gestão na Universidade Politécnica de Viana do Castelo depois de estudar em Macau e participar num projeto internacional apresentado no Equador. Aos 20 anos, concluiu o curso nos três anos previstos.
Uma embarcação de alta velocidade, de bandeira espanhola, foi apreendida pelas autoridades depois de ter ficado à deriva a cerca de 60 milhas náuticas a oeste de Viana do Castelo. As três pessoas que seguiam a bordo foram resgatadas por um navio mercante.
A investigação ao furto de uma carteira no interior de uma residência, em Ponte de Lima, levou a GNR a identificar dois jovens, de 19 e 21 anos, e terminou com a detenção de um deles por tráfico de estupefacientes.
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A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira recebeu, esta quarta-feira, os docentes e trabalhadores não docentes que vão acompanhar as crianças e jovens do concelho durante o ano letivo 2026/2027.
O Pavilhão Municipal de Valença recebe, entre sexta-feira e domingo, de 11 a 13 de setembro, o 12.º Torneio de Hóquei da Eurocidade, que deverá reunir cerca de 400 atletas de 14 clubes portugueses e espanhóis.
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