O Dia Mundial da Alimentação, comemorado sempre a 16 de outubro, foi criado em 1979 pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) com os objetivos de sensibilizar a população mundial para as desigualdades de acesso a alimentos seguros e nutritivos e destacar a importância da agricultura e dos diferentes sistemas agroalimentares.

Este ano o tema é “De mãos dadas por alimentos melhores e um futuro melhor” e apela à colaboração de todos (governos, organizações, diferentes setores e comunidades) para transformar os sistemas agroalimentares e garantir que todos tenham acesso a uma alimentação saudável, com qualidade nutritiva sem comprometer a sustentabilidade dos ecossistemas.
Como podemos levar esta mensagem às nossas casas e aplicá-la no nosso quotidiano, convivendo com a doença renal? A alimentação é fulcral para a prevenção e controlo na progressão da doença, por isso as escolhas alimentares diárias e adequadas ao contexto clínico e individual podem melhorar a qualidade de vida e até, em estadios iniciais, retardar a progressão da doença. A redução do consumo de sal e de produtos processados, o ajuste da ingestão proteica e o controlo da ingestão de potássio e fósforo são pontos essenciais para reduzir complicações clínicas. A garantia de acesso equitativo a todos os doentes renais de alimentos seguros, nutritivos e adequados é também parte importante do tratamento. O incentivo ao consumo de produtos frescos, sazonais e de origem local é uma ação importante que cada um de nós pode e deve ter. Se priorizarmos dietas que combinam ganhos em saúde com sustentabilidade (menor desperdício e escolhas conscientes) teremos um futuro ambientalmente equilibrado.
A responsabilização nesta temática não pode ser só individual, todos temos de estar unidos nesta missão. Para tal, é importante que o poder político se alie às escolas, empresas do setor agroalimentar, profissionais de saúde e famílias para garantir que se cumpre o que é emergente e necessário. “De mãos dadas” representa a importância de todos, em conjunto, fazermos escolhas que garantam o nosso futuro, mas também o do nosso planeta. No caso da doença renal, doentes, profissionais de saúde e sociedade podem transformar a nutrição numa aliada poderosa no cuidado da saúde, garantindo não apenas alimentos melhores, mas também um futuro com mais vida e qualidade.
Neste dia tão importante, não se esqueça que escolher e partilhar alimentos melhores é um passo essencial para construirmos juntos um futuro mais saudável e sustentável para todos.
Inês Moreira, coordenadora do serviço de nutrição da DaVita Portugal
A terceira edição do Acampamento Juvenil Diocesano (JUBIGO) vai decorrer entre 28 de julho e 1 de agosto, nos arciprestados de Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira. A iniciativa deverá reunir centenas de jovens provenientes de diferentes pontos da Diocese de Viana do Castelo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo iniciou a demolição do antigo acampamento de Vila Nova de Anha, depois de ter realojado as famílias que ali residiam em habitações municipais.
Dois músicos ligados a algumas das mais prestigiadas orquestras europeias atuam este domingo, 26 de julho, no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira, no encerramento da segunda edição do Festival Terras de Cervaria.
A árbitra Filipa Pereira Cunha, natural de Valença, foi nomeada pela UEFA para dirigir um encontro da primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões feminina.
A K-Bridge, uma plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida por três estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, venceu a fase regional da 22.ª edição do Poliempreende. O projeto vai representar a instituição na final nacional do concurso, marcada para setembro, na Universidade do Algarve.
A redução do número de incêndios e a melhoria da resposta operacional não evitaram que cerca de 271 mil hectares ardessem em Portugal em 2025. A Quercus alerta que a vulnerabilidade da paisagem continua por resolver e defende uma aposta mais forte na prevenção.
A União das Freguesias de Viana do Castelo e Meadela alertou moradores e comerciantes para a deposição irregular de resíduos no centro histórico da cidade, onde vigora um sistema de recolha porta a porta.