A Portos de Galicia revelou que está prevista “para este mês” a conclusão da obra no porto da Pasaxe, em A Guarda, que levou à suspensão da travessia do ferryboat entre Caminha e aquela localidade da Galiza.
“O objetivo das obras é evitar o afundamento da atual estrutura e os riscos associados, nomeadamente o fim da atracagem no porto de Pasaxe, em A Guarda, onde se encontra o serviço ‘Xacobeo Transfer’ operado pela Junta da Galiza para o transbordo de passageiros – em grande parte peregrinos do Caminho Português [para Santiago de Compostela] – entre Portugal e Espanha”, descreve o gabinete de comunicação da Consellería del Mar da Junta da Galiza, na nota de imprensa enviada pela Portos de Galicia.
No dia 1 de agosto, o presidente da Câmara de Caminha manifestou-se preocupado com a possibilidade de o assoreamento do rio Minho dificultar ou impedir a ligação por ferryboat à Galiza, mesmo aquando da conclusão da obra no cais galego do município de A Guarda.
Na ocasião, tanto o presidente da Câmara de Caminha, como o município de A Guarda disseram desconhecer a data prevista para a conclusão da obra para repor a segurança no cais galego do ‘ferry’ Santa Rita de Cássia, uma empreitada a cargo da Portos da Galiza.
De acordo com Rui Lages, a questão é que, mesmo com a obra concluída, o rio está demasiado assoreado para permitir a navegação.
Na nota de imprensa enviada à Lusa pela Portos de Galicia, a Consellería del Mar indica que a Junta da Galiza investiu na reparação do cais de atracagem de A Guarda mais de 580 mil euros.
Desde maio de 2022, a ligação através do ferryboat está interrompida devido a “problemas graves” no cais galego que impede a atracação do ferry na margem galega com o mínimo de segurança”.
Um deslizamento de terras ocorrido na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas obrigou à retirada preventiva de 20 pessoas das suas habitações, após uma derrocada considerada “forte” ter destruído parcialmente uma casa e soterrado um veículo ligeiro. Não há registo de vítimas ou feridos.
As condições meteorológicas adversas estão a dificultar a captura de lampreia nos rios Minho e Lima, afetando a atividade de cerca de duas centenas de embarcações e colocando em risco o rendimento anual de muitos pescadores da região.
Um deslizamento de terras ocorrido esta terça-feira, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, informou a Proteção Civil.
Viana do Castelo recebeu, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, a VII Convenção do Mercado das Viagens, reunindo a maioria das agências da rede, parceiros estratégicos e diversos representantes de relevo do setor do turismo. O evento decorreu sob o lema “Rumo ao Futuro”, refletindo o foco na evolução e nos desafios do setor.
Um residente da freguesia de Chafé, no concelho de Viana do Castelo, doou cerca de 500 telhas destinadas a apoiar as zonas mais afetadas pelo recente mau tempo, informou a Junta de Freguesia.
O Comando Territorial de Viana do Castelo da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 2 e 8 de fevereiro, um conjunto de operações em todo o distrito, com o objetivo de prevenir e combater a criminalidade violenta, reforçar a fiscalização rodoviária e promover ações de sensibilização junto da população.
Trinta e quatro pessoas, entre as quais 18 crianças, foram realojadas preventivamente na zona ribeirinha de Valença devido ao risco de cheia do rio Minho, informou a Proteção Civil. A medida deverá manter-se pelo menos até esta terça-feira, dependendo das descargas da barragem da Frieira, em Espanha.