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Novas regras da UE reduzem capturas e desafiam pescadores portugueses

15 Dezembro, 2025 | 10:25
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Pedro Xavier
1 min. leitura

Os ministros das Pescas da União Europeia chegaram, na sexta-feira, a um acordo sobre os volumes de captura para 2026, decidindo reduzir globalmente as quotas de algumas espécies, incluindo várias importantes para a pesca portuguesa.

O carapau sofrerá uma diminuição de 5% nas águas portuguesas, passando das 59.266 toneladas capturadas em 2025 para 56.520 toneladas no próximo ano. A solha regista uma queda mais acentuada de 20%, com o volume previsto a descer de 124 para 99 toneladas, enquanto o linguado, pescado no continente, Açores e Madeira, verá a sua captura diminuir 9%, de 540 para 492 toneladas.

O lagostim também terá cortes significativos, de 23%, passando de 239 para 185 toneladas, e o paloco terá uma redução de 13%. Já a raia curva mantém-se nos atuais 50 toneladas, e o pargo sofrerá uma diminuição ligeira de 3%, com previsões de aumento de 11,4% para 2027.

No caso da anchova, a pesca será totalmente suspensa na zona dos Açores, enquanto no sul da costa portuguesa as capturas poderão subir 60%, de 7.266 para 11.639 toneladas.

O acordo da UE estabelece os totais admissíveis de capturas e os limites de esforço de pesca, que combinam o tamanho e potência dos navios com os dias dedicados à pesca. As regras aplicam-se tanto a populações geridas exclusivamente pela UE como a recursos partilhados com países vizinhos ou sob acordos internacionais, incluindo o Reino Unido, após o Brexit.

As autoridades europeias sublinham que estas medidas visam assegurar a sustentabilidade das espécies e proteger o futuro da pesca, garantindo uma exploração responsável dos recursos marinhos.

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