O consórcio EPIC – Excelência Pedagógica e Inovação em Cocriação, que integra instituições de ensino superior do Minho, está a afirmar-se como uma referência na transformação do ensino superior em Portugal — e já começa a recolher elogios além-fronteiras.

O mais recente passo foi dado em Mortágua, onde 35 docentes e técnicos participaram no Retiro dos Facilitadores, um encontro de trabalho dedicado a avaliar resultados e a afinar o modelo pedagógico em desenvolvimento. A meta é clara: consolidar práticas inovadoras, simplificar processos e reforçar a colaboração entre instituições.
Coordenado por Manuel João Costa, o consórcio junta seis entidades — universidades e institutos politécnicos — incluindo três do Minho. “Já podemos falar de um modelo EPIC, que foi inclusive reconhecido num fórum internacional”, afirmou o responsável, sublinhando o impacto crescente da iniciativa.
O projeto aposta num ensino mais participativo, reduzindo barreiras à intervenção dos estudantes, mas sem baixar o nível de exigência. “Estamos a ser mais exigentes, não menos”, frisou o coordenador, destacando a aposta em metodologias que promovem uma aprendizagem ativa e alinhada com os desafios atuais.
Entre as mudanças em análise estão a reorganização dos quatro percursos formativos existentes — +digital, +plural, +estudantes e +rede —, bem como o reforço da formação dos facilitadores e o alargamento do projeto a mais docentes. O intercâmbio entre instituições surge também como uma prioridade.
Financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do programa Impulso Mais Digital, o EPIC insere-se numa estratégia nacional de modernização pedagógica no ensino superior. O objetivo passa por criar centros de excelência e preparar melhor os estudantes para o mercado de trabalho.
Com conclusão prevista para setembro, o consórcio já está a estudar formas de garantir a continuidade do modelo, sinalizando que o EPIC poderá ter um papel relevante no futuro do ensino superior — com forte marca da região do Minho.
O concelho de Caminha volta a receber, no final deste mês, o Festival Âncora Folk, que este ano assume um significado especial ao celebrar os 50 anos do Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora. A edição comemorativa reunirá grupos folclóricos de quatro países, reforçando a dimensão internacional de um dos mais antigos encontros de culturas tradicionais da região.
As “Pataniscas Três Milhos” conquistaram o júri da 28.ª edição do Concurso Gastronómico da Escola Superior Agrária do Politécnico de Viana do Castelo, que este ano teve o milho como ingrediente obrigatório.
O árbitro Bruno Pires Costa, filiado na Associação de Futebol de Viana do Castelo (AFVC), foi nomeado pela UEFA para integrar a equipa de arbitragem do encontro entre o Derry City, da Irlanda do Norte, e o HNK Rijeka, da Croácia.
A Câmara de Viana do Castelo aprovou, esta quinta-feira, a abertura do concurso público para a construção do novo Polo de Arqueologia, na Zona Empresarial da Praia Norte. A empreitada tem um preço base de 1,23 milhões de euros e deverá ficar concluída no prazo de um ano.
A Águas do Alto Minho revelou que serve atualmente mais de 196 mil clientes nos sistemas de abastecimento de água e saneamento, através de uma rede com cerca de 5.800 quilómetros. Os dados foram apresentados nas III Jornadas de Desenvolvimento, realizadas no Palco das Artes, em Vila Nova de Cerveira.
O vianense João Veloso sagrou-se, este domingo, campeão do mundo de Sub-23 na classe BLM1x, em Duisburgo, na Alemanha, tornando-se o primeiro português de sempre a conquistar o título mundial nesta categoria de remo.
A 41.ª edição do festival “Folk – O Mundo a Dançar” realiza-se entre 1 e 10 de agosto, levando música, dança e tradições de vários países a diferentes localidades do Alto Minho e à Galiza.