Foi num um cenário digno, a lembrar as Festas d’Agonia, que Viana do Castelo acolheu a estreia do novo single dos D.A.M.A, “Ficar Óai”, uma sentida homenagem à cidade, às suas tradições e ao povo minhoto. A Praça da República encheu-se de milhares de pessoas que acorreram ao evento, numa noite que uniu música contemporânea e tradição popular como raramente se viu.
A festa arrancou com um momento cénico que surpreendeu o público: os D.A.M.A e Zé Amaro saíram da emblemática porta Mexia Galvão, integrados num animado cortejo tradicional com os bombos de Vila Nova de Anha, um grupo de cabeçudos e o grupo das Lavradeiras da Meadela, que avançaram na direção da Praça da República ao som ruidoso e contagiante da tradição minhota.
Logo após a chegada à praça, o grupo das Lavradeiras da Meadela teve dificuldade para realizar a sua atuação devido à enchente de publico acorreu ao local. Seguiu-se um momento vibrante com os bombos e cabeçudos da Dança & Cia, que animaram o público durante quatro minutos de ritmo e cor. O ambiente de festa já estava instalado quando os D.A.M.A subiram ao palco improvisado para se dirigirem ao público.
Num breve discurso, a banda agradeceu emocionada à cidade e às suas gentes pela receção calorosa: “Esta noite é para vocês. Ficar Óai é a nossa forma de dizer obrigado a Viana do Castelo e ao Minho”, afirmaram, visivelmente comovidos.
De imediato, os D.A.M.A apresentaram ao vivo “Ficar Óai”, acompanhados por Zé Amaro, num momento marcante que pôs toda a praça a cantar e a bater palmas.
Seguiu-se a anteestreia do aguardado videoclipe. Gravado integralmente em Viana do Castelo, o vídeo encantou os presentes ao retratar as ruas, os trajes típicos e o espírito das Festas d’Agonia.
No final da atuação, a música voltou a soar, enquanto, cá em baixo, o público, os D.A.M.A, Zé Amaro, os bombos e os cabeçudos se juntaram numa enorme roda de dança e celebração espontânea — num espírito verdadeiramente popular e intergeracional que tomou conta da praça.
Seguiram-se as habituais fotografias, autógrafos e muitos beijos e abraços. A afluência foi de tal ordem que o grupo folclórico acabou por não conseguir realizar a sua atuação com esperava, tal era a multidão.
O sentimento dominante foi o de comunhão e alegria. Viana não só ficou óai, como ficou no coração de todos os que viveram esta celebração.
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