O orçamento da Câmara de Melgaço, de cerca de 37 milhões de euros, tem como prioridade as zonas de acolhimento empresarial e a reabilitação do centro de saúde, divulgou a autarquia.

Numa nota de imprensa, a autarquia melgaçense descreve que 15 milhões de euros do orçamento são destinados a investimento e, deste valor, perto de seis milhões de euros (15,61% do orçamento) destinam-se às Zonas de Acolhimento Empresarial, uma das “prioridades estratégicas” para 2025.
A outra é o projeto de reabilitação e ampliação do Centro de Saúde (investimento de 1,8 milhões de euros), acrescenta a autarquia, adiantando que o orçamento foi aprovado na Assembleia Municipal com o voto a favor da maioria PS e o voto contra do PSD.
Também entre os “principais projetos” para 2025 estão o Ciclo Urbano da Água, um investimento de 1,7 milhões de euros e a segunda fase da reabilitação da igreja do Convento São Salvador de Paderne, com um investimento de 1,7 milhões de euros, ambos objeto de candidatura ao financiamento do programa Norte 2030.
A isto, soma-se a reabilitação de um edifício para nove fogos, orçado em 799 mil euros, o projeto Condomínio de Aldeia, com uma previsão de investimento de 736 mil euros e a reabilitação dos estabelecimentos de ensino no concelho, um investimento de 655 mil euros.
A eficiência energética nos edifícios municipais vai ter um investimento de 520 mil euros e a Pousada da Juventude, que está a ser adaptada para alojamento estudantil, recebe 545 mil euros.
A Câmara de Melgaço destaca também, nos investimentos previstos no orçamento de 2025, a Manutenção da Rede Viária Municipal, com mais de 2 milhões de euros (5,43% do orçamento), a Habitação (4%), Ações de Âmbito Social (3,82%) e a Rede de Infraestruturas Elétricas e Mecânicas (2,18%).
“O Plano e Orçamento para 2025 reflete a visão de um Melgaço mais competitivo e atrativo, seja para quem aqui vive e trabalha ou para os que visitam o concelho”, assinala o presidente da autarquia, Manoel Batista.
Citado no comunicado, o autarca diz ter prosseguido com uma “gestão exigente para alcançar as metas traçadas e assegurar o futuro de Melgaço”.
José Passos Rodrigo, vereador do PSD no executivo, disse à Lusa que aquele partido votou contra por considerar estar em causa um orçamento que representa “mais do mesmo”, que “não traz nada de novo”.
“Gostaríamos de um orçamento mais ambicioso no investimento, na sustentabilidade, desenvolvimento social e desenvolvimento económico”, afirmou.
O PSD lamenta que o concelho continue a ter “pouca dinâmica”, sendo envelhecido, desertificado e sem indicadores de que se esteja a resolver os problemas.
Para 2024, a Câmara de Melgaço aprovou um orçamento de 34 milhões de euros, reservando 15 milhões para investimento, dos quais oito milhões para as áreas empresariais.
Eduardo Teixeira, deputado do Chega e vereador da oposição na Câmara de Viana do Castelo, participa no Fórum Parlamentar Global, que decorre esta segunda e terça-feira, em Bangkok, na Tailândia.
A adjudicação da empreitada de construção de habitação a custos controlados em Darque e os apoios às freguesias estão entre os assuntos que a Câmara Municipal de Viana do Castelo vai apreciar na reunião ordinária desta terça-feira, 13 de outubro.
Vila de Punhe inaugurou, este domingo, um monumento de homenagem aos ex-combatentes da Primeira Guerra Mundial, na Avenida Padre Júlio Cândido da Costa. Da autoria do artista Cláudio Alves, a obra preserva a memória daqueles que partiram para o conflito, evocando os que regressaram e os que perderam a vida.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) recebe, no próximo dia 28, uma sessão técnica dedicada aos riscos associados ao gás radão, à sua monitorização e às soluções para reduzir a sua concentração nos edifícios.
Krisálida e Teatro e Marionetas de Mandrágora apresentam nova cocriação para bebés e famílias. Estreia acontece a 18 de outubro, em Vila Praia de Âncora.
Manuel Oliveira Martins é o convidado da próxima sessão do ciclo de conversas, marcada para 15 de outubro, no Hotel AP Dona Aninhas.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) está a desenvolver um trabalho de diagnóstico e caracterização do espólio arqueológico da região, com o propósito de reunir informação sobre as coleções existentes e apoiar a definição de futuras medidas de preservação e valorização patrimonial.