O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, marcou esta sexta-feira presença na sessão pública de apresentação do anteprojeto da futura Casa Mortuária de Lanheses, que deverá rondar os 150 mil euros de investimento, com o apoio da autarquia, para estar concluída até ao verão de 2025.

A futura Casa Mortuária contará com duas salas contíguas de repouso, que podem ser transformadas num espaço de maiores dimensões. O anteprojeto, agora apresentado, inclui, para além das duas salas, espaços de apoio, instalações sanitárias, arrumos e copa.
Na sessão, que aconteceu no Salão do Centro Paroquial e Social de Lanheses, o autarca vianense garantiu que este novo equipamento pretende ser um espaço “com a dignidade que os nossos entes queridos merecem”, pautado pela “sensibilidade, esperança e conforto”.
“Queremos que este seja um espaço de emoções e de reconhecimento de percursos de vida”, assumiu Luís Nobre.
O novo equipamento será instalado num terreno que a Junta de Freguesia adquiriu no âmbito da ampliação do cemitério da freguesia, num “espaço sobrante” que se assume como ideal por estar nas proximidades da igreja, do cemitério e de área de estacionamento.
O Presidente da Junta de Freguesia de Lanheses, Filipe Rocha, considerou que a nova Casa Mortuária é “um marco importante para o desenvolvimento da freguesia”. Considerou mesmo que, nos dias que correm, esta é “uma infraestrutura essencial já que Lanheses quer assumir-se como um território de desenvolvimento”.
Para o autarca local, a Casa Mortuária representa um anseio antigo da população e irá substituir as duas capelas que têm servido de capelas mortuárias, mas que não têm as condições necessárias para o melhor acolhimento.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).