Foi um regresso à cidade invicta da Hinoportuna. Depois das duas vitórias consecutivas na 29ª e 30ª edição deste histórico festival, a tuna vianense ansiava por este reencontro com os camaradas da Tuna Universitária do Porto, bem como os amigos do Orfeão Universitário do Porto.
O festival começou com a noite de serenatas nos jardins da Foz. “Entre o Douro e o Atlântico” foi o mote para uma noite ao ar livre junto ao Passeio Alegre, onde se escutaram lindas baladas de todas as tunas participantes, com muito público a presentar as tunas com aplausos e muito calor humano. A Hinoportuna apresentou-se cantando “Cantigas de Maio” de Zeca Afonso e “Quinta-feira de Ascensão”, uma música tradicional do Cante Alentejano.
No sábado foi dia de voltar ao Coliseu do Porto. A Hinoportuna foi a última tuna a concurso e apresentou-se numa sala repleta de público e que vibrou com a alegria contagiante do Alto Minho, muito bem representada pela participação especial da dança levada a palco com quatro pares do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela para a estreia do tema “Chula da Meadela”, com arranjos de vozes e musicais que impressionaram todo o auditório a somar pela belíssima prestação das danças e das cores do trajar das gentes de Viana.
De resto, a atuação teve o seguinte alinhamento: Maio Maduro Maio (Zeca Afonso), Duetos (Instrumental Júlio Pereira). Entre o Samba e o Fado (original), Balada ao Vento (original), Amor de Perdição (original) e Chula da Meadela (tradicional).
A noite havia de encerrar com uma fantástica atuação da TUP onde foram a palco os fantásticos temas que perfumam o mágico universo académico da cidade invicta com temas como “Amores de Estudante”, entre outros.
Por fim, foram entregues os prémios de participação do certame às tunas presentes: Tuna Feminina do Orfeão Universitário do Porto, Cuarentuna de Burgos, Antúnia – Tuna de Ciências da Universidade Nova de Lisboa, Tuna Académica de Biomédicas do Porto e Tuna de Engenharia da Universidade do Porto.
A Hinoportuna trouxe para Viana do Castelo o prémio de Melhor Coreografia, que premeia os pandeiretas e estandartes, bem como certamente a participação dos amigos do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela.
Os prémios atribuídos pelo Júri do Festival foram os seguintes:
Melhor prestação vocal – TAB / Melhor prestação Instrumental – TEUP / Melhor coreografia – Hinoportuna / Melhor arranjo musical – anTUNiA e o Grande prémio XXXVI FITU – anTUNiA.
Bárbara Bandeira lança esta sexta-feira, dia 9, o single “Marcha”, tema que assinala o início do seu novo EP, “Lusa: Ato II”. A canção fica disponível em todas as plataformas digitais e marca uma nova etapa no percurso artístico da cantora.
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo e o Clube de Vela de Viana do Castelo assinaram esta quinta-feira, dia 8 de janeiro, um protocolo de colaboração entre ambas.
O primeiro dos 22 novos comboios regionais encomendados pela CP – Comboios de Portugal à fabricante suíça Stadler já chegou ao país, assinalando um passo decisivo na modernização da frota ferroviária nacional.
A Câmara Municipal de Ponte de Lima vai investir mais de 416 mil euros na aquisição de cerca de 4.500 contentores, com o objetivo de reforçar a recolha seletiva e melhorar a gestão de resíduos no concelho.
O Encontro Nacional da Imprensa Regional, promovido pela ANIR, debateu a revisão dos incentivos à comunicação social local e regional, em vigor desde 2025.
A Estação Salva-Vidas de Caminha deverá estar operacional entre o final de 2026 e o início de 2027. A previsão foi avançada pela presidente da Câmara Municipal, Liliana Silva, na reunião do executivo realizada no inicio da semana.
O início de um novo ano é, para muitos, o momento ideal para refletir sobre hábitos e definir novos compromissos com a saúde. É também nesta altura que surge o movimento “Janeiro Sem Álcool”, um desafio que convida à abstinência temporária do consumo de álcool. Num país onde o vinho e outras bebidas alcoólicas têm uma forte presença cultural e social, parar para pensar sobre o impacto do álcool no organismo mais do que oportuno, é essencial.