O Ministério da Saúde pediu que o inquérito aberto pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho para apurar as circunstâncias da morte de um doente no hospital de Viana do Castelo “decorra com a urgência desejável”.
Em resposta, por escrito, a um pedido de esclarecimento hoje enviado pela Lusa, o Ministério da Saúde diz “aguardar a conclusão do referido inquérito, reforçando a necessidade de que o mesmo decorra com a urgência desejável”.
O Jornal de Notícias (JN) noticiou que um homem, de 57 anos, morreu na sexta-feira, cerca de sete horas depois lhe ter sido atribuída pulseira verde na triagem.
À Lusa, a ULSAM referiu hoje ter procedido à abertura de um inquérito e manifestou pesar à família.
“O Ministério da Saúde lamenta esta morte e apresenta os mais sentidos votos de pesar à família”, refere a nota.
O Ministério da Saúde realçou ainda a decisão do conselho de administração da ULSAM de abrir, “de imediato, um inquérito interno a este caso, cumprindo a sua obrigação de avaliar com rapidez e tecnicamente a situação da morte ocorrida nesta unidade”.
Segundo o JN, e com base no testemunho de um familiar, “o homem deu entrada no hospital na última sexta-feira, cerca das 11:30 horas, apresentando sintomas como dor no peito e um braço dormente”.
Na triagem, acrescenta o diário, “foi-lhe atribuída pulseira verde (para situações menos urgentes, que podem aguardar atendimento no espaço de 120 minutos)”.
O homem “não terá sido atendido até cerca das 15:30 horas, quando caiu inanimado na sala de espera”, refere o jornal, acrescentando que o homem “foi socorrido nessa altura, mas perto das 19:00 foi comunicado o óbito à família”.
A agência Lusa enviou hoje, por escrito, um pedido de esclarecimento à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e aguarda resposta.

As condições meteorológicas adversas estão a dificultar a captura de lampreia nos rios Minho e Lima, afetando a atividade de cerca de duas centenas de embarcações e colocando em risco o rendimento anual de muitos pescadores da região.
Um deslizamento de terras ocorrido esta terça-feira, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, informou a Proteção Civil.
Viana do Castelo recebeu, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, a VII Convenção do Mercado das Viagens, reunindo a maioria das agências da rede, parceiros estratégicos e diversos representantes de relevo do setor do turismo. O evento decorreu sob o lema “Rumo ao Futuro”, refletindo o foco na evolução e nos desafios do setor.
Um residente da freguesia de Chafé, no concelho de Viana do Castelo, doou cerca de 500 telhas destinadas a apoiar as zonas mais afetadas pelo recente mau tempo, informou a Junta de Freguesia.
O Comando Territorial de Viana do Castelo da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 2 e 8 de fevereiro, um conjunto de operações em todo o distrito, com o objetivo de prevenir e combater a criminalidade violenta, reforçar a fiscalização rodoviária e promover ações de sensibilização junto da população.
Trinta e quatro pessoas, entre as quais 18 crianças, foram realojadas preventivamente na zona ribeirinha de Valença devido ao risco de cheia do rio Minho, informou a Proteção Civil. A medida deverá manter-se pelo menos até esta terça-feira, dependendo das descargas da barragem da Frieira, em Espanha.
Portugal continental está hoje, terça-feira, sob forte instabilidade meteorológica, com previsão de chuva persistente e por vezes intensa, sobretudo nas regiões Norte e Centro, onde vigoram avisos laranja devido ao risco de acumulados elevados de precipitação.