O Ministério da Saúde pediu que o inquérito aberto pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho para apurar as circunstâncias da morte de um doente no hospital de Viana do Castelo “decorra com a urgência desejável”.

Em resposta, por escrito, a um pedido de esclarecimento hoje enviado pela Lusa, o Ministério da Saúde diz “aguardar a conclusão do referido inquérito, reforçando a necessidade de que o mesmo decorra com a urgência desejável”.
O Jornal de Notícias (JN) noticiou que um homem, de 57 anos, morreu na sexta-feira, cerca de sete horas depois lhe ter sido atribuída pulseira verde na triagem.
À Lusa, a ULSAM referiu hoje ter procedido à abertura de um inquérito e manifestou pesar à família.
“O Ministério da Saúde lamenta esta morte e apresenta os mais sentidos votos de pesar à família”, refere a nota.
O Ministério da Saúde realçou ainda a decisão do conselho de administração da ULSAM de abrir, “de imediato, um inquérito interno a este caso, cumprindo a sua obrigação de avaliar com rapidez e tecnicamente a situação da morte ocorrida nesta unidade”.
Segundo o JN, e com base no testemunho de um familiar, “o homem deu entrada no hospital na última sexta-feira, cerca das 11:30 horas, apresentando sintomas como dor no peito e um braço dormente”.
Na triagem, acrescenta o diário, “foi-lhe atribuída pulseira verde (para situações menos urgentes, que podem aguardar atendimento no espaço de 120 minutos)”.
O homem “não terá sido atendido até cerca das 15:30 horas, quando caiu inanimado na sala de espera”, refere o jornal, acrescentando que o homem “foi socorrido nessa altura, mas perto das 19:00 foi comunicado o óbito à família”.
A agência Lusa enviou hoje, por escrito, um pedido de esclarecimento à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e aguarda resposta.

A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
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O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
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