O Festival C.A. Vilar de Mouros anuncia cinco novos artistas para a edição de 2024: The Darkness, Soulfly, The Legendary Tigerman, Crystal Fighters e Jazmin Bean juntam-se a Queens Of The Stone Age no cartaz do Decano dos Festivais da Península Ibérica. Os bilhetes já estão à venda, com o valor de 50€ para bilhete diário e 125€ para o passe de quatro dias com campismo incluído.
Nome incontornável do rock britânico, The Darkness são detentores de inúmeros sucessos como “I Believe In A Thing Called Love”, “Growing On Me”, “Get Your Hands Off My Woman”, “Love Is Only A Feeling” ou “One Way Ticket”. Os seus álbuns “Permission to Land” (2003) – que rendeu a The Darkness três Brit Awards, Melhor Grupo Inglês, Melhor Banda de Rock e Melhor Disco -, “One Way Ticket to Hell… and Back” (2005), “Hot Cakes” (2012), “Last of Our Kind” (2015), “Pinewood Smile” (2017) e “Easter Is Cancelled” (2019) receberam elogios tanto da crítica como do público, criando uma legião fiel de fãs. A banda actua no dia 24 de Agosto.
No início do milénio, a Rolling Stone declarou os Soulfly como “feitos para durar”. Mais de duas décadas depois, a Banda soma doze álbuns repletos de sucessos, como o verdadeiro hino que é “Prophecy” ou os incontornáveis e enormes “Jumpdafuckup”, “Back to the Primitive”, “Seek ‘N’ Strike”, “Eye for an Eye”, “Ritual” e “Rise Of The Fallen”, assim como várias digressões mundiais, provando que a profecia era verdadeira. Formados por Max Cavalera aquando da sua saída da Banda Sepultura, os Soulfly juntam os riffs pesados do metal às letras sobre espiritualidade, política, escravidão ou guerra. Os Soulfly sobem ao palco Crédito Agrícola no dia 22 de Agosto.
The Legendary Tigerman conta com uma carreira sólida, vinda do DIY e caracterizada pela reinvenção de géneros como o Blues, o Rock, ou o Garage Rock, mantendo sempre uma veia punk. O reconhecimento de The Legendary Tigerman é fundado numa galopante carreira internacional, marcada com o lançamento do álbum icónico “Naked Blues” (2001). Em poucos anos, passa de artista de culto a nome referência, lançando mais oito álbuns. Paulo Furtado sobe ao palco do Festival C.A. Vilar de Mouros no dia 21 de Agosto, acompanhado por Filipe Rocha, Cabrita, Mike Ghost e Sara Badalo, para apresentar o seu mais recente trabalho, “Zeitgeist”.
Com origens Britânicas e Bascas, os Crystal Fighters são caracterizados pela música rápida, hipnótica e apaixonada. Formados em 2007, o seu estilo é uma fusão de géneros – música de dança, melodias da música Basca tradicional, punk experimental Espanhol, música electrónica experimental e pop. A banda transformou a introspecção da pandemia no álbum “Light+” (2023), cheio de ideias que vão de raves a pop tropical, com toques de cúmbia e deliciosas melodias pop. Sobem ao Palco Crédito Agrícola no dia 23 de Agosto.
Jazmin Bean nasceu e cresceu no Norte de Londres, tendo elevado os padrões da música pop moderna. Enquanto brinca com a fricção entre a vulnerabilidade e a persona, o pesadelo e a fantasia, o trauma e a recuperação, Bean convida o público a entrar no seu universo único de pop alternativo e contagiante. O seu primeiro EP, “Worldwide Torture”, lançado em 2019 e acompanhado de vídeos antropomórficos, soma já 590 milhões de streams, solidificando o papel pioneiro de Jazmin Bean como artista pop não-binárie. Lançou este ano “Traumatic Livelihood”, o seu primeiro álbum, que irá apresentar em Vilar de Mouros no dia 21 de Agosto.
Estes cinco artistas juntam-se assim aos Queens Of The Stone Age, que actuam no dia 21 de Agosto. Formados nos anos 90 nas paisagens do Palm Desert, na Califórnia, os Queens Of The Stone Age são o exemplo perfeito de uma entidade musical multidimensional que supera o próprio género que criou. Demasiado prolíficos, ambiciosos e brilhantes para estarem confinados aos limites de uma categoria, agraciaram o mundo com sucessos incontornáveis como “No One Knows”, “Little Sister”, “My God is the Sun”, “The Way You Used To Do” e tantos outros. Incontestavelmente rock, o sangue, o suor e a bravata mágica são conjuráveis apenas por Homme e o seu grupo.

Depois do sucesso da edição de 2023, com lotação esgotada em dois dos dias do Festival e cerca de 70.000 pessoas a passarem pelo recinto do C.A. Vilar de Mouros durante os quatro dias, a edição de 2024 continuará a contar com a dedicação empenhada do Município de Caminha e da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, parceiros imprescindíveis nas experiências únicas que se vivem no Festival mais antigo da Península Ibérica.
Também imprescindível é a parceria com o Crédito Agrícola, iniciada na edição de 2023 e que se mantém em 2024. Depois do sucesso do ano passado, a instituição bancária volta a ser naming sponsor do Festival C.A. Vilar de Mouros, reforçando a sua relação com o Festival e com a música.
Com um público único e heterogéneo – dos avós aos netos, famílias, casais e grupos de amigos, portugueses e gente de vários lugares do mundo – e fiel à tradição do Festival, a organização reforça novamente o compromisso com a sustentabilidade, com a inclusão da comunidade local e com um incremento nas condições da vivência do Festival: em 2024 haverá melhores condições de acesso, mais parques de estacionamento e melhor circulação no recinto.
As equipas de produção são compostas maioritariamente por habitantes da região, contratados e formados localmente. Além disso, a concepção do espaço ficou a cargo de uma arquiteta natural de Caminha. A preocupação com a inclusão local resulta da vontade de devolver à região a dedicação e o empenho que entregam ao Festival.
A preocupação com o Planeta é também reforçada a cada edição, com separação e tratamento do lixo, eco copos, shuttles gratuitos que permitem reduzir substancialmente o uso de transportes individuais, bebedouros de água potável, reutilização de água dos banhos para os autoclismos, compostagem e outras medidas que permitem mitigar o impacto ambiental do Festival.
Os bilhetes para a edição de 2024 do Festival C.A. Vilar de Mouros encontram-se à venda exclusivamente no site da See Tickets.
O SC Vianense carimbou este sábado o apuramento para a fase de subida à Liga 3, ao vencer de forma categórica a AD Limianos por 4-1, na última jornada da fase regular do campeonato.
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