A área da Feira do Alvarinho de Monção, entre 30 de junho e 2 de julho, quase duplica este ano, sendo que a Câmara estimou um retorno financeiro, “só no evento” de até 1,6 milhões de euros.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Monção, António Barbosa, adiantou que o investimento municipal na realização da feira é de 400 mil euros e que os “indicadores recolhidos pela autarquia permitem estimar que, durante os três dias do evento, só no recinto da feira, no Parque das Caldas, o retorno financeiro para os expositores possa ser multiplicado, no mínimo, três ou quatro vezes, entre os 1,2 e os 1,6 milhões de euros”.
“Sem contar com tudo o que tem a ver com a restauração fora da feira, com a hotelaria, cafés, comércio local. O investimento do município é replicado por muitas vezes nos três dias da feira”, sublinhou.
O autarca social-democrata adiantou que, em 2022, a feira “ultrapassou, em três dias, os 100 mil visitantes”, número que a autarquia espera manter e até aumentar, no último dia, 2 de julho, com a atuação dos Xutos e Pontapés.
A Feira do Alvarinho de Monção “volta a bater, pelo segundo ano consecutivo, novo recorde no número de expositores, com a presença de 36 produtores da sub-região Monção e Melgaço”.
António Barbosa realçou ainda o aumento, quase para o dobro da área do evento, com um total de 20 mil metros quadrados, para permitir melhor fruição e “circulação do público no espaço da feira, montado na zona ribeirinha de Monção, no distrito de Viana do Castelo.
A ampliação do recinto “tem como finalidade reforçar as condições aos expositores e garantir novos espaços de lazer e descanso, assegurando, também, uma circulação mais fluida dos milhares de pessoas esperadas”.
“Criamos uma área, com mil metros quadrados, onde as pessoas possam descontrair, dando mais comodidade. A área central da feira também foi alargada. Houve um cuidado de aumentar brutalmente as áreas de utilização e circulação da feira”, especificou.
Além dos produtores de Alvarinho da sub-região Monção e Melgaço, a 26.ª edição da Feira do Alvarinho vai contar com a presença de 20 tasquinhas, uma zona para os expositores de fumeiro, doçaria tradicional e artesanato, e a restauração, que “passa de seis para quatro restaurantes, mas com o mesmo número de lugares”.
Dos quatro restantes, “dois vão apresentar pratos típicos do concelho, sobretudo o Bacalhau à Monção, da autoria do chefe Vítor Sobral, e o cordeiro à Moda de Monção, conhecido localmente como Foda à Monção”.
Uma raposa-vermelha, que terá sido vítima de atropelamento, foi resgatada pela GNR em Refoios do Lima, no concelho de Ponte de Lima, no dia 28 de setembro.
A PSP deteve, na manhã de quinta-feira, 1 de outubro, em Darque, Viana do Castelo, um homem de 20 anos por suspeitas de posse de arma proibida e de estupefacientes.
Vila Nova de Cerveira assinalou esta quinta-feira o Dia do Município com a atribuição de Medalhas Municipais a personalidades, instituições e trabalhadores da autarquia. A cerimónia, realizada no Cineteatro de Cerveira, celebrou os 705 anos da atribuição da Carta de Foral pelo rei D. Dinis.
A Corrida da Ponte, organizada pelo Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa às ruas de Viana do Castelo no dia 11 de outubro. A prova principal, de 10 quilómetros, começa às 10h45 e inclui duas travessias da Ponte Eiffel.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Universidade Politécnica de Viana do Castelo e António Sampaio da Nóvoa assinaram, esta sexta-feira, um protocolo de cooperação para a criação e instalação do Centro “Futuros da Educação – António Sampaio da Nóvoa” na cidade. O projeto prevê a doação da biblioteca pessoal e do espólio do professor universitário nas áreas da educação, ciência e cultura.
A Águas do Alto Minho (AdAM) registou um indicador de 99,32% de água segura, acima dos 98,84% da média nacional, segundo os dados do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos (RASARP), divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
As praias de Viana do Castelo vão acolher uma experiência científica para estudar o impacto de herbívoros marinhos, como lapas e caracóis-marinhos, no crescimento e na sobrevivência das algas. O trabalho será também realizado em Espanha e na Noruega, permitindo comparar resultados em diferentes latitudes.