Integrado na programação Esposende Verão 2022, a zona ribeirinha de Esposende acolhe no próximo domingo, dia 7 de agosto, às 21h30, o Festival Internacional de Folclore, que conta com a participação de alguns dos mais proeminentes grupos etnográficos de Portugal, México, Colômbia, Polónia e Espanha.
Depois de um interregno de vários anos, o festival retomou em 2019 sendo um verdadeiro sucesso. Este espetáculo de artes e tradições do mundo regressa neste período pós pandemia, numa parceria entre o Município de Esposende e o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães.
A anteceder o grande espetáculo da noite, os grupos percorrerão, durante a tarde, as ruas e praças da cidade, onde o perfume das suas cores, ritmos e tradições promete envolver a comunidade e os turistas no típico ambiente festivo e de celebração da etnografia.
Em representação dos ranchos folclóricos do concelho de Esposende, estarão presentes o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães e o Grupo Folclórico de Palmeira de Faro. Ainda no que se refere a grupos portugueses participarão o Grupo Regional de Moreira da Maia e o Grupo de Danças e Cantares O Orfeão da Feira. A nível internacional, o evento vai contar com a Escola de bal de bot DIT I FAT (Espanha), o Folklore Ensemble BYSTRY (Polónia), a Compañia de Danzas de Funza (Colômbia) e a Compañia Mexicana de Danza Folklórica (México).
O folclore volta, deste modo, a estar em destaque neste verão, em Esposende. Com efeito, o Município tem dado enfoque a esta vertente cultural e etnográfica, nomeadamente com a iniciativa “Folclore na Praça”, com espetáculos semanais, durante os meses de julho e agosto, no Largo Dr. Fonseca Lima, no centro da cidade, com os grupos concelhios. Destaque também para o espetáculo “Dança Tradicional e popular, um encontro entre o passado e o presente”, realizado no passado dia 1 de agosto, que marcou o encerramento do “Esposende a Dançar”, realizado na zona ribeirinha de Esposende. Para além de proporcionar a promoção e exibição dos agrupamentos de folclore concelhios, o Município garante também apoio, ao longo de todo o ano, às diversas atividades promovidas pelos próprios grupos folclóricos.
O Festival Internacional de Folclore enquadra-se no âmbito da Operação de Gestão e Animação de Rua nos centros Históricos das ARU´s, financiada pelo Programa Operacional Norte 2020, PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana, cumprindo também os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Nos dias 28 e 29 de janeiro, Viana do Castelo e Figueira da Foz acolhem duas sessões públicas dedicadas à análise dos impactos da energia eólica offshore na economia regional, no âmbito do projeto INOVSEA OFFSHORE, promovido pela AEDVC-CCI e pela ACIFF.
O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, a abertura de um concurso público no valor de 1,2 milhões de euros para a requalificação de 230 metros da Estrada de Santa Luzia, entre o hospital e o entroncamento de acesso ao santuário homónimo.
O novo Conselho Técnico-Científico da Escola Superior de Desporto e Lazer (ESDL) do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) tomou posse esta terça-feira, num ato que reforça o papel da escola na investigação e desenvolvimento académico.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) aprovou um orçamento de 17,7 milhões de euros para 2026, um aumento de cerca de 7% face a 2025. Cerca de 50% da despesa destina-se aos transportes, incluindo obrigações de serviço público, passes gratuitos para jovens e redução tarifária.
O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, a abertura de concurso público para a aquisição de duas viaturas de recolha de resíduos, incluindo um equipamento 100% elétrico para biorresíduos.
A Câmara Municipal de Caminha aprovou o Regulamento de Acesso, de Atribuição e de Gestão da Habitação Municipal, que define os critérios para a atribuição de habitações em regime de arrendamento apoiado. O documento foi publicado no Diário da República e estabelece um quadro objetivo para apoiar famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade habitacional.
A maioria dos portugueses que construiu casa nos últimos dois anos conseguiu cumprir prazos e orçamentos, segundo o estudo “Construir Casa: Motivações e experiências de quem construiu casa”, realizado pela UCI com a SPIRITUC.