A época balnear, que terminou em Portugal continental em outubro, registou 70 interdições a banhos em praias de norte a sul, 58 das quais nas regiões Centro e Tejo e Oeste, segundo dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Estas duas regiões tiveram 58 interdições a banhos, 30 das quais em praias do Tejo e Oeste, onde a época balnear começou em maio, e 28 do Centro.
No Tejo e Oeste, as praias do concelho de Cascais, no distrito de Lisboa, foram as mais interditadas, já no Centro foram as do concelho de Arganil, no distrito de Coimbra.
Além das praias destas regiões, as do Algarve tiveram nove delas interditadas a banhos, as do Norte duas e as do Alentejo uma.
As 70 interdições a banhos que se verificaram entre os meses de maio e outubro deveram-se à presença de enterococos intestinais, ‘Escherichia coli’ (E.coli), cianobactérias e salmonela na água, referiu a APA.
Agosto foi o mês com maior número de interdições (28), seguindo-se julho (25), junho (7), setembro (5), maio (3) e, por fim, outubro (2).
As praias do Centro e do Sul do país foram as que mais estiveram interditadas durante esta época balnear, mas as do Norte lideraram nos desaconselhamentos a banhos.
Durante estes meses, existiram 56 desaconselhamentos, dos quais 31 no Norte, nove no Algarve, oito no Tejo e Oeste, seis no Alentejo e dois no Centro.
Na região Norte, Matosinhos, no distrito do Porto, foi o concelho que teve mais desaconselhamentos (7), seguido de Espinho, no distrito de Aveiro, e Caminha, no distrito de Viana do Castelo, com três cada.
O maior número de desaconselhamentos aconteceu em julho (22), seguido de agosto (17), de junho (6), de outubro (5) e de maio (3) e de setembro (3).
Os 56 desaconselhamentos a banhos que se verificaram entre os meses de maio e outubro deveram-se à presença de enterococos intestinais, ‘Escherichia coli’ (E.coli), obras, abertura do rio ao mar, descarga de água contaminada e de águas residuais e avaria de estação de tratamento de águas residuais (ETAR).
A época balnear de 2024 abriu a 01 de maio, no concelho de Cascais, no distrito de Lisboa, e em alguns locais da Madeira, e decorreu até 31 de outubro podendo os municípios estabelecer, dentro desse período, a época específica de cada zona.
Entre essas datas, as câmaras municipais determinaram quando se iniciava e terminava a época balnear no seu território, optando algumas por começar mais cedo e terminar mais tarde.
Este ano, foram identificadas 516 águas balneares em Portugal continental: 362 costeiras ou de transição e 154 interiores.
Além destas, há 88 na Região Autónoma dos Açores e 60 na Região Autónoma da Madeira.
Durante toda a época balnear, a APA realiza análises para avaliar se a qualidade das águas balneares se encontra apta para a prática de banhos.
O projeto vencedor da II EPIC Hackathon será revelado esta quarta-feira, dia 1 de abril, pelas 11h15, numa sessão que decorrerá na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
O Centro Social da Paróquia de Santa Marta recebeu, recentemente, o Orfeão da União do Porto para uma atuação memorável, dedicada às valências da área da infância e do Centro de Dia.
A PSP de Viana do Castelo deteve, no dia 24 de março, pelas 08h50, uma mulher de 37 anos, residente no concelho, pelo crime de desobediência.
Vila Nova de Cerveira vai receber, no próximo dia 2 de maio, às 15h30, o espetáculo “A Dama e o Vagabundo – O Musical”, uma produção dirigida ao público familiar que promete animar o fim de semana no Palco das Artes de Vila Nova de Cerveira.
A patinagem artística esteve em evidência em Fafe, no fim de semana, com a EDV a alcançar um desempenho de excelência no Campeonato e Torneio Nacional de Show e Precisão, ao conquistar o primeiro lugar em todas as categorias em que participou.
A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, inaugura no próximo dia 10 de abril a exposição “O Portugal de Todd Webb”, uma mostra inédita em Portugal que reúne fotografias captadas pelo reconhecido fotógrafo norte-americano Todd Webb durante as suas viagens pelo país entre as décadas de 1970 e 1980.
O presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez alertou para a inadequação do atual modelo de combate a incêndios rurais, defendendo a sua reformulação face ao aumento de ocorrências fora do período considerado crítico.