O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana – Mestres da Construção, que conta com o apoio e curadoria do arquiteto Eduardo Souto de Moura e que distingue profissionais que se destacam na execução da sua arte e ofício, foi atribuído este ano à empresa de estuques e ornamentações Nestor&Nestor L.da, de Outeiro, Viana do Castelo.

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2024, entregue na Casa da Arquitetura, em Matosinhos, distinguiu este ano dez obras de intervenção nas cidades de Faro, Funchal, Lisboa, Ponta Delgada e Porto.
Segundo informação divulgada na página da publicação “Vida Imobiliária”, que organiza o prémio, concorreram este ano 80 intervenções de reabilitação urbana, de 23 concelhos de norte a sul do país, continente e ilhas.
A empreitada de construção e instalação do Funicular da Graça foi distinguida na categoria “Cidade de Lisboa”.
Em comunicado, a Câmara Municipal de Lisboa, através do vice-presidente Filipe Anacoreta Correia, considera que a distinção “é o reconhecimento de um projeto fantástico, que reflete, entre outras coisas, a aspiração da cidade em vencer os obstáculos e desafios das suas colinas”.
Inaugurado no passado dia 12 de março, o Funicular da Graça já transportou mais de 95 mil passageiros, em mais de dez mil viagens, segundo dados da autarquia.
A capital arrecadou mais duas distinções, para o Palácio Silva Amado, na categoria “Residencial”, e para a A’Tower, na área de “Sustentabilidade”.
A categoria “Cidade do Porto” foi atribuída à reabilitação da Escola Secundária Alexandre Herculano, que também venceu na categoria de “Impacto social”.
O Porto recebeu ainda outros dois prémios, para o tabuleiro inferior da Ponte Luiz I, sobre o rio Douro, na categoria de “Reabilitação estrutural”, e para o Palácio de Cedofeita – Reabilitação da Casa Honório de Lima, na categoria de “Restauro”.
Na 12.ª edição do prémio, que conta com o alto patrocínio do Governo, a Casa 1923, em Faro, foi distinguida na categoria “inferior a 1.000 m2”.
Para as ilhas foram as distinções nas categorias “Turístico”, para o Hotel Vila Galé Collection, em São Miguel, Ponta Delgada, Açores, e “Comercial e Serviços”, para a Caixa Geral de Depósitos – Funchal Sé, no Funchal, Madeira.
Segundo a mesma informação, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana – Mestres da Construção, que conta com o apoio e curadoria do arquiteto Eduardo Souto de Moura e que distingue profissionais que se destacam na execução da sua arte e ofício, foi atribuído este ano à empresa de estuques e ornamentações de Viana do Castelo Nestor&Nestor.
Nas imagens, alguns dos trabalhos da empresa vianense:

O Colégio do Minho celebrou 84 anos de existência num encontro que reuniu alunos, famílias, professores e responsáveis da instituição. A celebração destacou o percurso da escola, a preservação da sua identidade católica e a ligação à Diocese de Viana do Castelo, que se prepara para assinalar os 50 anos da sua criação.
A cooperação turística entre o Alto Minho e a Galiza esteve em destaque no XVIII Congresso Internacional de Turismo — ITC’26, que decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, na Universidade de Vigo, com a participação de mais de uma centena de especialistas de quatro continentes.
A empresária Patrícia Martins, fundadora da CANEVI, recebeu a Medalha de Mérito Grau Prata do Município de Vila Nova de Cerveira, numa homenagem ao seu percurso no comércio de calçado e à aposta no empreendedorismo digital.
Portugal assinala esta segunda-feira, 5 de outubro, os 116 anos da Implantação da República, acontecimento que pôs fim à Monarquia Constitucional e abriu um novo ciclo na história do país.
Portugal garantiu o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações ao vencer a Noruega por 2-1, no Estádio do Dragão. A seleção nacional somou a quarta vitória em quatro jornadas, num encontro em que João Cancelo e Gonçalo Ramos marcaram os golos da reviravolta.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.