No mês em que o Elevador de Santa Luzia completou 100 anos de existência e retomou o funcionamento, cerca de 15.313 pessoas viajaram na infraestrutura que já se tornou o verdadeiro ex-libris de Viana do Castelo.

Após dois anos afetados pela pandemia, a infraestrutura estava a retomar os números registados em 2018 (180.851 passageiros) e 2019 (176.424 passageiros), mas apenas funcionou durante oito meses devido à avaria.
Os meses de julho e agosto são, por norma, os de maior afluência de passageiros e, em 2022, tinham viajado no equipamento 40.028 pessoas e em julho 27.651.
Até agosto de 2022, mês em que o Elevador parou de funcionar por questões técnicas, foram 119.131 as viagens registadas.
Nos últimos 15 anos, entre 2007 e 2022, o Elevador transportou mais de 1,6 milhões de passageiros, permitindo visitar o Santuário Diocesano do Sagrado Coração de Jesus evitando que diariamente cerca de cem viaturas subissem o monte de Santa Luzia.
Recorde-se que a infraestrutura, esteve parada dez meses e a Câmara Municipal de Viana do Castelo realizou um investimento de mais de 400 mil euros para a sua remodelação e modernização
Inaugurado a 2 de junho de 1923 o Elevador de Santa Luzia venceu um desnível de 160 metros, em seis a sete minutos, a viagem sendo a mais longa de todos os funiculares do país, com 680 metros, tendo mais do dobro da distância do que se lhe segue.
A lotação é de 24 passageiros, onze sentados e treze em pé, e, reduzindo estes, podem ser transportadas pessoas em cadeiras de rodas, carros de bebés e duas bicicletas.
O Elevador de Santa Luzia foi construído “sob a orientação do engenheiro portuense Bernardo Pinto Abrunhosa que, em setembro de 1921, solicitou à Comissão Executiva que se atestasse da importância, valor e influência do desenvolvimento da estância de Santa Luzia para o progresso da cidade e região”.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).