A Câmara de Caminha está preocupada que o assoreamento do rio Minho dificulte ou impeça a ligação por ferryboat à Galiza, mesmo aquando da conclusão da obra no cais galego do município de A Guarda, revelou hoje o autarca.

“Defendemos uma ligação regular e permanente por via fluvial e, até hoje de manhã, não tinha recebido qualquer indicação de quando estará concluída a obra no cais do lado de Espanha. Desde a pandemia covid-19 que o ferryboat não voltou a circular e, nestes anos de paragem, o rio ficou completamente assoreado, o que impede a circulação de um barco da dimensão do Santa Rita de Cássia”, alertou Rui Lages.
O presidente da Câmara de Caminha e o município de A Guarda afirmaram desconhecer a data prevista para a conclusão da obra para repor a segurança no cais galego do ferry Santa Rita de Cássia, uma empreitada a cargo da Portos da Galiza.
De acordo com Rui Lages, a questão é que, mesmo com a obra concluída, o rio está demasiado assoreado para permitir a navegação.
Rui Lages notou ainda que o assoreamento naquela zona do rio Minho não é um problema exclusivo desta autarquia, dizendo também respeito ao município galego de A Guarda e aos Estados português e espanhol, uma vez que se trata de um rio internacional.
Trata-se, explicou, “de um primeiro passo para saber qual a quantidade de areia que será preciso retirar do rio”, faltando depois perceber “que entidade pode fazer a dragagem, quais as autorizações necessárias e o financiamento disponível”.
O autarca tem defendido a substituição da atual embarcação, “com cerca de 30 anos”, por um novo veículo elétrico. “A época de verão era sempre de maior afluência na ligação por ferryboat. Entendemos que este transporte deve ser uma prioridade”, frisou.
O município de A Guarda indicou, através do gabinete de imprensa, saber que os trabalhos de reparação do cais estão a ser realizados, sem conseguir adiantar mais informação.
O município diz não ter indicações quanto à conclusão da empreitada, porque “as obras de reparação do cais dos ferryboat de A Guarda são da responsabilidade da entidade dos Portos da Galiza”.
Uma raposa-vermelha, que terá sido vítima de atropelamento, foi resgatada pela GNR em Refoios do Lima, no concelho de Ponte de Lima, no dia 28 de setembro.
A PSP deteve, na manhã de quinta-feira, 1 de outubro, em Darque, Viana do Castelo, um homem de 20 anos por suspeitas de posse de arma proibida e de estupefacientes.
Vila Nova de Cerveira assinalou esta quinta-feira o Dia do Município com a atribuição de Medalhas Municipais a personalidades, instituições e trabalhadores da autarquia. A cerimónia, realizada no Cineteatro de Cerveira, celebrou os 705 anos da atribuição da Carta de Foral pelo rei D. Dinis.
A Corrida da Ponte, organizada pelo Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa às ruas de Viana do Castelo no dia 11 de outubro. A prova principal, de 10 quilómetros, começa às 10h45 e inclui duas travessias da Ponte Eiffel.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Universidade Politécnica de Viana do Castelo e António Sampaio da Nóvoa assinaram, esta sexta-feira, um protocolo de cooperação para a criação e instalação do Centro “Futuros da Educação – António Sampaio da Nóvoa” na cidade. O projeto prevê a doação da biblioteca pessoal e do espólio do professor universitário nas áreas da educação, ciência e cultura.
A Águas do Alto Minho (AdAM) registou um indicador de 99,32% de água segura, acima dos 98,84% da média nacional, segundo os dados do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos (RASARP), divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
As praias de Viana do Castelo vão acolher uma experiência científica para estudar o impacto de herbívoros marinhos, como lapas e caracóis-marinhos, no crescimento e na sobrevivência das algas. O trabalho será também realizado em Espanha e na Noruega, permitindo comparar resultados em diferentes latitudes.