A Câmara de Caminha está preocupada que o assoreamento do rio Minho dificulte ou impeça a ligação por ferryboat à Galiza, mesmo aquando da conclusão da obra no cais galego do município de A Guarda, revelou hoje o autarca.

“Defendemos uma ligação regular e permanente por via fluvial e, até hoje de manhã, não tinha recebido qualquer indicação de quando estará concluída a obra no cais do lado de Espanha. Desde a pandemia covid-19 que o ferryboat não voltou a circular e, nestes anos de paragem, o rio ficou completamente assoreado, o que impede a circulação de um barco da dimensão do Santa Rita de Cássia”, alertou Rui Lages.
O presidente da Câmara de Caminha e o município de A Guarda afirmaram desconhecer a data prevista para a conclusão da obra para repor a segurança no cais galego do ferry Santa Rita de Cássia, uma empreitada a cargo da Portos da Galiza.
De acordo com Rui Lages, a questão é que, mesmo com a obra concluída, o rio está demasiado assoreado para permitir a navegação.
Rui Lages notou ainda que o assoreamento naquela zona do rio Minho não é um problema exclusivo desta autarquia, dizendo também respeito ao município galego de A Guarda e aos Estados português e espanhol, uma vez que se trata de um rio internacional.
Trata-se, explicou, “de um primeiro passo para saber qual a quantidade de areia que será preciso retirar do rio”, faltando depois perceber “que entidade pode fazer a dragagem, quais as autorizações necessárias e o financiamento disponível”.
O autarca tem defendido a substituição da atual embarcação, “com cerca de 30 anos”, por um novo veículo elétrico. “A época de verão era sempre de maior afluência na ligação por ferryboat. Entendemos que este transporte deve ser uma prioridade”, frisou.
O município de A Guarda indicou, através do gabinete de imprensa, saber que os trabalhos de reparação do cais estão a ser realizados, sem conseguir adiantar mais informação.
O município diz não ter indicações quanto à conclusão da empreitada, porque “as obras de reparação do cais dos ferryboat de A Guarda são da responsabilidade da entidade dos Portos da Galiza”.
A Associação Juventude de Viana recordou, esta quarta-feira, 14 de outubro, José Enes Gonçalves Natário, no sétimo aniversário da sua morte, destacando o contributo do fundador para a história do clube e para a comunidade vianense.
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As obras de construção do novo mercado municipal de Viana do Castelo foram retomadas em 6 de outubro, depois de o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga ter aceitado a resolução fundamentada apresentada pela Câmara Municipal no âmbito da providência cautelar interposta pela associação Vian’Acorda.
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O Sporting venceu por 2-0 na deslocação ao terreno dos franceses do Lens, somando o segundo triunfo em duas jornadas na fase de liga da Liga dos Campeões de futebol.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, esta terça-feira, a adjudicação e a minuta do contrato para a construção de 64 habitações a custos controlados em Darque, num investimento de 8,49 milhões de euros. A empreitada, submetida a concurso público internacional, tem um prazo de execução de 720 dias.
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