A Viana TV foi contactada pela associação RAV (Resgate Adoção Viana) que só em 2022 denunciou 125 casos de abandono e/ou maltrato animal.

Segundo esta associação o distrito de Viana é o “flagelo do maltrato animal” e “está completamente descontrolado devido à falta de conhecimento e informação da Lei que penaliza quem abandona e maltrata os animais”.
A associação enquanto denunciante apresentou 125 queixas crime no ano de 2022 e salienta que a parceria com a PSP (Polícia de Segurança Pública) e GNR (Guarda Nacional Republicana) tem sido de “excelência”.
Com isto a RAV sustenta e relembra a população de que “aquando da morte de um animal perpetuado por um humano já se lacra os corpos, já se faz autópsia etc”.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.