O primeiro-ministro, António Costa, "quebrou o silêncio" quanto ao caso que está a marcar a atualidade informativa esta terça-feira, e que envolve uma investigação que visa as concessões de exploração de lítio nas minas do Romano (Montalegre) e do Barroso (Boticas), um projeto de central de produção de energia a partir de hidrogénio em Sines e o projeto de construção de "data center" desenvolvido na Zona Industrial e Logística de Sines pela sociedade "Start Campus".

Neste âmbito, já foram feitas cinco detenções. Estão envolvidos governantes e responsáveis da confiança de António Costa, entre os quais o chefe de gabinete do primeiro-ministro, assim como o ministro das Infraestruturas, João Galamba – que é arguido. O caso envolve também o gestor Diogo Lacerda Machado, que é tido como o “melhor amigo” de Costa.
“Ao longo destes 25 anos dediquei-me de alma e coração a servir os portugueses. Estava naturalmente disposto a cumprir o mandato que os portugueses me confiaram até ao fim desta legislatura”, começou por dizer Costa.
“Estou totalmente disponível para colaborar com a Justiça, em tudo o que entende ser necessário”, rematou. Costa referiu que “não lhe pesa na consciência” qualquer ato ilícito”. “Confio na Justiça e no seu funcionamento”.
“Encerro com cabeça erguida, a consciência tranquila e a mesma determinação de que servi Portugal exatamente da mesma forma como no dia em que aqui entrei pela primeira vez como primeiro-ministro”, rematou durante o seu discurso, e depois de agradecimentos.
Questionado sobre se este processo lhe “completamente desconhecido”, Costa foi peremptório “Desconhecia em absoluto a existência de qualquer processo e a nota do gabinete de imprensa não explicita, aliás, a que atos, momentos, é que me referem. A única coisa que dizem é que haverá um inquérito de que serei objeto e de decorrerá no Supremo Tribunal de Justiça”, notou, acrescentando que “está totalmente disponível para colaborar com a Justiça”.
“A dignidade da função do primeiro-ministro e a confiança que portugueses têm de ter nas instituições é absolutamente incompatível com o facto de alguém que é PM esteja sob suspeição da sua integridade, boa conduta, ou ser objeto de um processo-crime”, reconheceu.
[Notícia em atualização]
A Praça da República, em Ponte da Barca, recebe este domingo, 16 de agosto, às 21h30, a terceira edição do Festival da Diáspora, uma iniciativa municipal dedicada à comunidade emigrante.
O Club Lote 5, na Marina de Viana do Castelo, vai receber o Agonia Music Fest, uma iniciativa que promete prolongar a animação noturna durante a Romaria de Nossa Senhora d’Agonia.
O Festival CA Vilar de Mouros regressa entre 18 e 22 de agosto, reunindo durante cinco dias vários nomes de destaque da música nacional e internacional na vila minhota.
O SC Vianense estreia-se este sábado perante os seus adeptos na edição 2026/2027 da Liga 3, recebendo o Trofense no Estádio Dr. José de Matos, em jogo da segunda jornada da competição.
A Polícia de Segurança Pública vai reforçar o policiamento durante a Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto, em Viana do Castelo. O dispositivo contará com equipas especializadas, efetivos provenientes de outros comandos e sistemas de videovigilância através de drones.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) integra um consórcio internacional de dez instituições de ensino superior que está a desenvolver um mestrado conjunto em Agricultura Biológica.
A Romaria de Nossa Senhora d’Agonia arranca este sábado, 15 de agosto, em Viana do Castelo, dando início a nove dias de celebrações religiosas, culturais e populares.