Ana Paula Vale, Vice-presidente do Politécnico de Viana do Castelo considera a Escola Superior de Educação "um farol de sabedoria, formação e investigação".
Desafios relacionados com a inovação pedagógica, com a consolidação do corpo docente, dos espaços e dos recursos humanos, assim como a internacionalização marcaram os discursos do 43.º aniversário da Escola Superior de Educação do Politécnico de Viana do Castelo, que reuniu, esta quinta-feira, a comunidade académica.
Educação e formação de professores, gerontologia, artes e tecnologias artísticas. São estes os três pilares que alicerçam a Escola Superior de Educação do Politécnico de Viana do Castelo. Uma instituição que celebrou, hoje, o seu 43.º aniversário, numa cerimónia que começou com um momento performativo, dinamizado pela comunidade académica.
Numa sessão carregada de simbolismo e homenagens, foram feitas análises às quatro décadas passadas e projetado o futuro de uma Escola comprometida com a “excelência da formação de profissionais”, que trabalha para o “desenvolvimento de investigação e inovação científica”, mas também uma instituição “capaz de catapultar para a outorga de doutoramentos” e, simultaneamente, “capaz de estimular os estudantes e futuros profissionais a encontrar soluções criativas e tecnológicas para os desafios da atualidade”, defendeu a vice-presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Ana Paula Vale.

Definindo a Escola Superior de Educação do Politécnico de Viana do Castelo (ESE-IPVC) como um “farol de sabedoria, formação e investigação”, Ana Paula Vale continuou a olhar para o futuro e para o “enorme desafio” que a Escola tem enquanto entidade responsável pela formação de professores, homens e mulheres que terão um papel fundamental em toda uma sociedade. “Estes profissionais terão de ser capazes de encontrar formas inovadoras de transmitir conhecimento e competências, terão de ser capazes de saber lidar com problemas comportamentais e emocionais dos alunos e capazes de estar continuamente atualizados nas novas tecnologias educacionais”.
“Nós, docentes do ensino superior, temos de dar um salto significativo e trabalhar arduamente na inovação pedagógica e na mudança do paradigma educacional” | Ana Paula Vale, vice-presidente do IPVC.
E porque o conhecimento, a inovação, a investigação, mas também a transformação social e o desenvolvimento educacional têm de caminhar lado a lado com o ensino superior e a missão dos docentes, a vice-presidente do Politécnico de Viana do Castelo falou de uma forma geral na classe docente, dizendo que esta terá de ser capaz de “dar um salto significativo e trabalhar arduamente na inovação pedagógica e na mudança do paradigma educacional, tendo em conta as novas tecnologias, a diversidade das necessidades dos nossos estudantes e as mudanças culturais e societais”.
São 43 anos guiados por um corpo docente altamente qualificado, que tem contribuído fortemente para a formação de profissionais comprometidos. E a confiança dos estudantes está comprovada no preenchimento total de vagas no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior. Tratou-se de “um grande feito”, que demonstra o reconhecimento da qualidade do ensino oferecido pela Escola e o empenho dos seus docentes, colaboradores e estudantes”, mas também a confiança que estes alunos depositam na “na excelência académica” da ESE-IPVC.
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