Entre os dias 24 e 25 de maio, o Wine & Blues Festival está de regresso a Viana do Castelo e, este ano, a edição conta com várias novidades, a começar por uma nova localização – a Praça da Liberdade.
Aposta sólida da Câmara Municipal de Viana do Castelo, o Wine & Blues Festival concretiza este ano a sua 6ª edição e tem vindo a afirmar-se enquanto festival de dimensão internacional, num percurso de consolidação da Mostra Vínica e de reconhecimento de bandas de renome mundial pelos fãs do género Blues.
Assim, na primeira noite, sexta-feira, 24 de maio, às 21h15, sobem ao palco da Praça da Liberdade os The same way, seguindo-se, às 22h30, Kiko & The Blues Refugees. Sábado, dia 25 de maio, às 21h15 atuam Go Up Band e, às 22h30, Greg Copeland & Chris Wragg Blues Band.
Outra das novidades passa pela instalação de estruturas de praça da alimentação na Praça da Liberdade, onde os restaurantes aderentes vão disponibilizar menus preparados especificamente para o festival, sempre acompanhados por vinho verde. No local, a Mostra Vínica funcionará, nos dois dias, das 19h00 à 00h00, numa apresentação dos vinhos verdes da região.
O Vereador da Cultura, Manuel Vitorino, considerou que “Loureiro Vale do Lima: Uma Casta, Um Vale Inteiro” é o mote do evento que pretende unir harmonizações, gastronomia e música. “A partir de um produto cultural, queremos trabalhar a harmonização dos vinhos, a gastronomia e os ‘blues’, que são um tipo de música que cai bem em qualquer território”, indicou.
Andreia Amorim, da organização, explicou que a alteração de local, para a Praça da Liberdade, nesta sexta edição, representa a instalação do festival num espaço “com outro potencial de ligação à zona ribeirinha e à restauração da cidade”.
A Mostra Vínica contará com a presença de cerca de 14 produtores, pelo que a responsável afirma que “Viana do Castelo assume-se como capital de distrito com capacidade para ser embaixadora dos vinhos verdes da região”.
Também Jacques Ribeiro, da Eventos Pro-Ds, afirmou que a programação conjuga “bandas de Viana e bandas internacionais, representando ainda um encontro de gerações de bandas nacionais, já que inclui bandas de jovens e bandas de veteranos.”
No âmbito do festival, será igualmente promovida um Roteiro de harmonizações do Loureiro nos restaurantes, bares e tasquinhas da cidade e do concelho, com direito a tapas e a um copo de vinho verde. O Roteiro de Harmonizações vai funcionar de 18 a 25 de maio, com o preço único de 5 euros para um petisco típico e um copo de Vinho Loureiro.
No sábado, 25 de maio, a partir das 18h00, o topo norte da Praça da Liberdade vai acolher uma tertúlia dedicada aos 50 anos do Vinho Verde, seguida de Prova vínica comentada de vinho Loureiro pelo enólogo Constantino Ramos.
A empresa de aquacultura Stolt Sea Farm vai investir cerca de 10 milhões de euros em Viana do Castelo, num projeto que inclui a construção de uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), orçada em 1,4 milhões de euros e totalmente financiada pela própria empresa.
O Grupo Recreativo e Cultural dos Amigos de Seixas, no concelho de Caminha, recebe este sábado, 18 de abril, um concerto que junta em palco as bandas Perro Futuro e Micomaníacos, numa noite dedicada ao rock alternativo.
Paredes de Coura vai receber, nos dias 17 e 18 de abril, o V Encontro com Ciência – “A terra no universo e nós na terra”, uma iniciativa dedicada à divulgação científica e ao debate sobre o papel da ciência na sociedade contemporânea.
A freguesia de Gandra, no concelho de Valença, acolhe entre os dias 17 e 19 de abril a 4.ª edição da Feira dos Sabores do Minho, um evento que volta a destacar a gastronomia tradicional, os vinhos regionais e a promoção dos produtos locais.
A PSP de Viana do Castelo deteve, no dia 8 de abril, um homem de 22 anos, residente em Monção, por condução sob influência de álcool.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou por unanimidade a criação de um grupo de trabalho com o objetivo de avançar com a futura Polícia Municipal no concelho.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou um regulamento que limita a criação de novos alojamentos locais (AL) nas zonas de maior pressão urbanística, numa medida que visa responder à escassez de habitação e reequilibrar o uso do território.